A Escola Pública de Música da Vila das Artes, antes localizada no bairro Joaquim Távora, vai passar a funcionar na Rua Padre João Piamarta, 262, no bairro Bom Futuro, na região do Grande Montese. O espaço corresponde a um antigo anexo do Colégio Piamarta.
A mudança integra as ações comemorativas pelos 20 anos da Vila das Artes e pelos 300 anos de Fortaleza. O objetivo é ampliar as condições de formação musical para cerca de 600 alunos matriculados na instituição, entre crianças, adolescentes, jovens e adultos da capital e da Região Metropolitana.
Como divulgou a instituição, a estrutura passa por reformas para oferecer melhores condições para aulas, ensaios e outras atividades pedagógicas.
Na primeira fase, as intervenções buscam atender à demanda atual de alunos. Em um segundo momento, as obras serão voltadas à ampliação da capacidade, a fim de abrir vagas para novos estudantes.
O início do semestre está previsto para o mês de abril, com possibilidade de alteração no calendário pedagógico. Atualmente, a Escola está em fase de matrícula de estudantes veteranos.
“Marco para o fortalecimento das ações”
Segundo Pablo Garcia, coordenador da Escola Pública de Música, a mudança amplia as possibilidades de aprendizado já construídas pela instituição.
“Essa medida representa um marco para o fortalecimento das ações pedagógicas, artísticas e sociais. O novo espaço possui mais salas de aula e áreas mais amplas para práticas coletivas, garantindo ambientes mais adequados, seguros e confortáveis para estudantes, professores e equipe técnica”, afirmou.
A distância entre a sede da Vila das Artes e o prédio atual da Escola de Música é de 4,2 km, enquanto o endereço anterior ficava a 4,4 km do equipamento cultural situado no Centro.
No entorno da nova sede, no Grande Montese, há bicicletário, supermercado e oferta de 17 linhas que atendem à região: 036, 044, 045, 073, 078, 099, 244, 401, 403, 404, 405, 406, 407, 411, 421, 728 e 823.
As facilidades de acesso, tanto pela distância quanto pela oferta de transporte público, reforçam o que, para Pablo Garcia, é um passo estratégico para a Escola.
“A mudança não representa apenas uma troca de endereço, mas um investimento na ampliação do atendimento qualitativo e na consolidação da Escola como referência em formação musical pública”, disse.
