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24 de julho de 2024

Conselho aprova parecer técnico da Chapada do Araripe

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Aprovação ocorreu durante 2ª Reunião Ordinária do Coepa, com participação de representantes da Universidade Regional do Cariri e outras instituições

Redação OPINIÃO CE
redacao@opiniaoce.com.br

Foto: Divulgação

O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural do Ceará (Coepa) aprovou na última quarta-feira, 9, o parecer técnico favorável aos estudos que versam sobre a Chancela Estadual de Paisagem Cultural Cearense à Chapada do Araripe.

A aprovação ocorreu durante a 2ª Reunião Ordinária do Conselho, com a participação de representantes da Universidade Regional do Cariri (Urca); Geopark Araripe; Fundação Casa Grande; Instituto Cultural do Cariri; Fecomércio; Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará); além dos e servidores da Secult e dos conselheiros do Coepa.

“Em seguida, vamos prosseguir com o processo administrativo e jurídico para a publicação do decreto, assinado pelo governador Camilo Santana, ainda em sua gestão. Acredito que para ele, como um menino e um homem do Cariri, será um grande momento para estar com este decreto sancionado”, ressaltou o secretário Fabiano Piúba em relação ao parecer.

A reunião teve como pautas também a aprovação da ata da reunião do dia 27 de janeiro de 2022 e a eleição de um representante do Coepa, entre outras. A apresentação do Território da Chapada e a proposta de salvaguarda em nível estadual e nacional, para que posteriormente seja encaminhada e solicitada a chancela para Patrimônio Mundial da Unesco, foram realizadas pelo professor José Patrício Pereira.

CANDATURA MUNDIAL
A pesquisadora Maria da Conceição Lopes apresentou a estrutura do processo de gestão para a candidatura mundial de Chancela Paisagem Cultural. “Parabenizo todos os conselheiros presentes, o senhor secretário e governador, por esta iniciativa pioneira em muitos países do mundo. Este aspecto pioneiro deve ser por nós destacado, pois cria instrumentos reais para gestão participativa e integrada de uma paisagem e de um território”, disse a professora, que destaca que o instrumento de gestão, efetivamente, pretende, antes de tudo, que “façamos da Paisagem uma estratégia de contribuição de melhor qualidade de vida.

Uma estratégia baseada na sustentabilidade e na autenticidade. Valorizar a paisagem local como fator identitário e estratégias para a competitividade territorial e a sua inclusão nos instrumentos de gestão territorial, adquire relevância acrescida pelas funções ambientais, de conservação da natureza e de turismo”, destaca a pesquisadora.

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