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Uma só palavra para definir o momento atual

Confusão seria pouco, aliás, pouquíssimo. Temos um ministro trêmulo, receoso de ir a um jogo do Corinthians, como vão os demais mortais, com o esfíncter que não deixa passar nem sinal de Wi-Fi, de tanto medo de sofrer um atentado, fazendo uso de avião da FAB, às nossas custas, para torcer pelo seu time. Covarde em público, majestoso, majestático quando protegido pela toga enxovalhada por diatribes que nem de sua lavra são; temos um ex-presidente que não sai da boca de um presidente confuso, senil, de verborragia comprometida, jeitos e halitose de álcool fácil e sobrepassado por sua primeira dama (?) performática ante a turba oportunista de igual quilate. Temos um país grande, com dimensões continentais e rico, mas à deriva, guinado hora à esquerda virulenta de plantão, ora à direita oportunista sem um comandante aprumado, falante e sob a alça da mira impiedosa de um tribunal de exceção que não dá a menor bola para a Carta Magna levada no deboche desde há muito. Temos as metades raivosas, odientas, de peito estufado, arrotando direitos tortos ditados por sua crença de periferia, mesmo guiando Porches ou Toyotas, com pose de rico. Passou a época do pão com mortadela e mais trinta dinheiros para fazer claque e tem a outra metade que já não liga para as coxinhas da dona Balu. Tem o Fortal, que a bandeira cheia de cores dividiu e onde o risco de gravidez é zero porque, convenhamos, homem não emprenha homem nem mulher engravida mulher; o resto das divagações de abecedário cada vez mais extenso é só folia e (permitam-me a ousadia arriscada) pura frescura, com todo respeito. Como definir o contexto onde estão inseridos conselheiros privilegiados apaniguados, a mamar nas tetas do governo de plantão? Só existe uma palavra simples, um termo informal que pode significar bagunça, desordem, avacalhação, repreensão, censura ou crítica dura, para definir o contexto atual onde direita e esquerda se mesclam sem o menor constrangimento: ESCULHAMBAÇÃO!

Finalmente, vão prender o homem ou não?