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Ricardo Cavalcante sabe ler e interpretar o contexto da indústria

Ao promover o tarifaço no meio de 2025, dentro da Casa Branca, o presidente Donald Trump achava que estava sendo duro, arrogante e prepotente com grandes empresários brasileiros que, na visão dele, estavam envolvidos em coisas erradas. Queria arrancar o couro, levá-los à quebradeira.

O presidente americano acabou colocando no seu cardápio de ódio pescadores, plantadores de coco e castanha, exploradores da cera de carnaúba — planta nativa — atingindo diretamente uma economia frágil: a economia cearense.

O Ceará respondeu. Trump sequer nos conhece. A Fiec bateu à porta do Governo do Estado, entrou, sentou à mesa e, junto com o governador Elmano de Freitas, construiu uma estratégia para livrar as empresas da quebradeira. Deu certo.

Ricardo Cavalcante, Elmano e Chagas Vieira têm motivos para comemorar. O Ceará lidera o crescimento das exportações no Brasil e mostra ao País que, com vontade, determinação e trabalho, é possível atingir metas além do planejado. Trump fez pequenos, médios e grandes empresários descobrirem novos mercados, sob a batuta de Ricardo Cavalcante e sua equipe.

Quer aprender como se faz? Procure Ricardo Cavalcante e sua equipe. Eles têm a bússola e o mapa da evolução do setor produtivo.

A mão boa de Amílcar Silveira

Com a chegada de Amílcar Silveira ao comando da Federação da Agricultura do Ceará, o agro mudou de postura. Passou a falar grosso, construiu parceria com o Governo do Estado — de quem andava distante — e levantou pontes sem tratar de ideologia ou polarização política. Tratou de comida. Tratou de produção.

A fartura do novo agro cearense pode ser vista nos portos do Mucuripe e do Pecém, nas estradas e nos aeroportos, cruzando fronteiras. Com mais de 25% de crescimento, o Ceará alimentou europeus, latino-americanos e até os americanos de Trump, mas acabou ensinando o roteiro para descobrir outros países.

O ano de 2026 promete notícias ainda melhores. Se o governador Elmano conseguir a anuência para repassar aos empresários do agro e aos agricultores familiares os perímetros irrigados desativados — ou que nunca funcionaram — do DNOCS, serão mais 46 mil hectares produzindo.

Segundo Amílcar Silveira, cerca de 100 mil empregos poderão ser gerados, e o PIB cearense dará um salto jamais visto. Um estado forte precisa de atores privados como Ricardo Cavalcante e Amílcar Silveira: homens de negócios cercados por técnicos e empresários solidários, do dono de um pequeno terreno ou de uma pequena fábrica até o empresário de faturamento bilionário.

O PT atrapalha Lula

O 8 de janeiro deveria ser uma data marcante para todo o povo brasileiro. Não está sendo.

A extrema-esquerda petista, muito parecida com a extrema direita bolsonarista, tomou para si o 8 de janeiro, desagradando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O evento que marcou um dos mais graves ataques à democracia brasileira, cometido por uma extrema direita que queria criar um ambiente de ruptura institucional para devolver Jair Bolsonaro ao poder à força, acabou esvaziado. Os presidentes do Senado e da Câmara Federal não compareceram.

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, ausentaram-se. A polarização virou inimiga do entendimento. A democracia passou a valer menos que uma ideologia golpista — seja de esquerda ou de direita.

A eleição de 2026 caminha para um jogo de ódio, dor e violência, produzindo não uma nação melhor, mas atraso, conflito e a proliferação do amargo sabor das fake news nas redes sociais.