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Orçamento familiar e um chega pra lá no sufoco financeiro

Se tem uma palavra que assusta muita gente, ela se chama orçamento. Só de ouvir já dá aquela sensação de planilha complicada e matemática sem fim. Mas, calma: montar um orçamento familiar não precisa ser bicho de sete cabeças nem acabar com a sua paciência (ou com a paz do lar). Primeiro passo: coloque tudo na mesa. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo. Pega os comprovantes, anota o que entra e o que sai, sem medo do que vai encontrar. É como abrir o armário e encarar aquela pilha de roupas que você sabe que precisa organizar. Só assim você entende onde está pisando. Segundo: descubra para onde o dinheiro está indo. Você vai se surpreender com os “vampirinhos” do orçamento: assinatura que ninguém usa, delivery que virou rotina, aquela compra no impulso. Somando tudo, dá para pagar uma conta de luz extra (ou duas). Identificou? Corte sem dó. Seu bolso agradece. Terceiro: faça acordos familiares. Não adianta você se apertar para economizar e alguém em casa continuar gastando como se não houvesse amanhã. Senta com todo mundo, explica a meta e crie juntos um plano que funcione. Dá até para transformar em desafio divertido: quem conseguir gastar menos no mês, escolhe o filme do sábado à noite. Quarto: crie metas realistas. Quer quitar dívidas? Guardar para viajar? Trocar de carro? Beleza. Mas seja pé no chão. É melhor alcançar objetivos menores do que viver frustrado com algo impossível. No fim das contas, montar um orçamento é só um jeito de organizar a vida para que o dinheiro trabalhe a seu favor, e não contra você. Com um pouco de disciplina e muita conversa em família, dá para sair do sufoco e ainda ter aquela grana sobrando para um jantar fora sem peso na consciência. Boa semana, bons investimentos e cuide bem das suas finanças.