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FIIs: O “queridinho” da geração que já nasceu fazendo Pix

Se tem uma coisa que a galera jovem aprendeu rápido é que investir não precisa ser aquele bicho-papão de terno e planilha infinita. E, nesse novo cardápio financeiro cheio de nomes estranhos, um prato acabou conquistando o pessoal que está começando: os Fundos Imobiliários, mais conhecidos como FIIs — ou, para os íntimos, “o jeitinho mais fácil de ser dono de imóveis sem ter que pintar parede no fim de semana”. A graça dos FIIs é justamente essa vibe “investimento com CPF jovem”: você compra cotas baratinhas, muitas vezes por menos de 100 reais, e pronto, já virou sócio de prédios comerciais, shoppings, galpões gigantes, hospitais e até agências bancárias. Tudo sem ter que conversar com corretor, discutir condomínio ou pagar IPTU. É o delivery do mundo imobiliário. E por que a geração Z e os jovens adultos estão caindo de amores por essa modalidade? Primeiro, porque o rendimento mensal cai na conta igual àquele mimo da avó — só que isento de IR, o que deixa tudo ainda mais gostoso. Depois, por o mercado ser transparente, organizado e ter aquele charme de comunidade: todo mundo acompanha relatório, discute no Reddit, comenta no Instagram e já chega falando “DY, vacância, cap rate” como se tivesse dois prédios no próprio nome. Só que, claro, não é só comprar e fechar os olhos. Para escolher bons FIIs, o jovem investidor precisa olhar alguns detalhes que fazem toda a diferença. O principal é a vacância — basicamente, quantos espaços estão vazios. Um shopping com metade das lojas fechadas não paga aluguel para ninguém, né? Outro ponto é a qualidade dos imóveis e a localização. Galpão logístico perto de rodovia é diferente de um prédio caindo aos pedaços no meio do nada. Também vale checar o histórico de dividendos. Não adianta um rendimento lindo num mês e sumir nos outros. Consistência é o nome do jogo — igual à academia, só que sem precisar fazer agachamento. Por fim, preste atenção no gestor: é ele quem escolhe, compra, vende e administra os imóveis. Um gestor ruim faz estrago; um gestor bom te deixa sorrindo no dia do pagamento dos dividendos. No fim das contas, os FIIs caíram no gosto dos jovens porque misturam tudo o que essa geração ama: praticidade, retorno mensal, acessibilidade e um toque de pertencimento (“olha aí, mãe, virei investidor imobiliário sem nem sair de casa!”). E se tem uma tendência que promete crescer nos próximos anos, é essa de investir de maneira simples, transparente e com cara de vida real. Afinal, construir patrimônio nunca foi tão leve — e nem tão digital. Porém, muito cuidado, isso não é uma indicação de investimentos. Procure sempre a ajuda de um profissional antes de tomar qualquer decisão que envolva seu dinheiro. No mais, boa semana, bons investimentos e cuide bem das suas finanças.