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Re-Começo

O senador Eduardo Girão, do partido Novo, vai destinar cerca de R$ 30 milhões em emendas individuais para a construção de um hospital de referência em tratamento de câncer, em Juazeiro do Norte

São inegáveis os problemas enfrentados hoje na saúde pública cearense, assim como também são inegáveis que houve avanços significativos com a construção de Hospitais Regionais no interior. Há uma ampliação considerável de infraestrutura e, consequentemente, de oferta de atendimento aos pacientes das regiões polos: Cariri, Norte e Sertão Central.

Diante desse aumento de unidades, por que então continuamos com tantas deficiências nessa área? Por que a saúde pública ainda deixa tanto a desejar? Não há uma causa apenas, há um conjunto de fatores, que vão desde o próprio crescimento da população e da demanda, até questões administrativas e de gestão. Precisamos evoluir muito nesses quesitos. O serviço público é envolto em situações polêmicas e, por vezes, criminosas.

O lado positivo, no entanto, existe. Nesta semana, constatamos ações que convergem para a melhoria do sistema de saúde cearense. O mais interessante é que elas ultrapassaram o campo político para chegar onde de fato devem: à população.

O senador Eduardo Girão, do partido Novo, vai destinar cerca de R$ 30 milhões em emendas individuais para a construção de um hospital de referência em tratamento de câncer, em Juazeiro do Norte. A unidade de saúde vai atender a todo o Cariri. Girão tem se mostrado incansável na missão de honrar seus princípios e compromissos com a população cearense.

Na outra ponta, o governador Elmano de Freitas articulou, junto ao ministério da Saúde, um investimento de R$ 333,5 milhões destinados aos mutirões de cirurgias eletivas e oncológicas, bem como ao fortalecimento da assistência no Hospital do Vale do Jaguaribe e nas 22 policlínicas do Estado. O anúncio foi feito pela própria ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante visita ao Ceará.

Que venham mais articulações, de todas as frentes. Ao povo, interessa melhores serviços e qualidade de vida. Viabilizar isso é o dever de quem está no poder, nos representando. Independente da corrente política.