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A fome tem pressa

Não há nada mais cruel do que não conseguir atender às necessidades básicas do corpo: água e alimento

A fome é devastadora. Ela leva o homem ao limite. Não há nada mais cruel do que não conseguir atender às necessidades básicas do corpo: água e alimento. O Nordeste é uma região castigada por interopereis climáticas. Comunidades foram dizimadas pela seca. Seca representa ausência de produção de alimentos, fome.
O governo federal levantou mais uma vez a bandeira do combate à fome. No Nordeste, governadores se mobilizam nessa causa. Traçam planos. O governador do Ceará, Elmano de Freitas, priorizou ações.

O repórter do OPINIÃO CE, Rodrigo Rodrigues, apurou que está muito perto da implantação do cartão do programa Ceará Sem Fome.

A decisão de utilizar o cartão será a promoção da complementação do Bolsa Família, Cartão Infância, Auxílio Catador e Vale Gás. O Ceará Sem Fome pagará valor acima de R$ 200. Vale ressaltar que, além do cartão, os que se encontram em extrema pobreza e não conseguem fazer três refeições diárias, receberão alimentos por meio das secretarias municipais. Cestas báricas com alimentos estarão chegando aos que precisam. Em outras frentes, serão servidas comidas prontas através de uma rede de solidariedade.

O Mesa Brasil, programa do Sistema Fecomércio, será um dos colabores. Hoje, no Ceará, cerca de 700 mil refeições são fornecidas. No Ceará, até cinco milhões de pessoas podem estar na linha de pobreza, segundo a área social do governo, e cerca de 1,4 milhão passam fome. A pauta não é uma prioridade somente no Nordeste. É preciso alimentar a nação e mais que isso, encontrar mecanismos que possam fazer a população pobre emergir economicamente e conseguir oportunidades de trabalho e renda para assegurar comida na mesa.