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Do sofá para a cozinha: como os realitys gastronômicos mudaram a nossa relação com a comida

Oi, pessoal, voltando por aqui e de cara já venho trazendo um assunto que me faz refletir bastante e me deparo com muitos “e se…”, bora lá?!

Acredito que grande parte da população consumidora de telas, seja ela através dos streams, aplicativos ou até mesmo da chamada TV aberta, vem percebendo que os realitys gastronômicos deixaram de ser apenas programas e se tornaram verdadeiros fenômenos culturais.
Ao colocar uma ferramenta do cotidiano que é a culinária sob os holofotes, é despertado no público o novo olhar para o ato de cozinhar, por muitas vezes desvalorizado e comum. Expressões antes restritas apenas ao vocabulário e cozinha profissionais – como “mise em place”, “redução” ou “empratar” – passaram a fazer parte do dia a dia de quem está no sofá e não só na cozinha.

Mais do que entretenimento, esses programas inspiram e provocam milhares de pessoas a se aventurarem na cozinha, experimentarem novas receitas e receberem em casa amigos e familiares. Os impactos também são sentidos nas redes sociais, com milhares de vídeos curtos, os “cortes” mostrando a estética da TV que migrou pro digital e encontrou um terreno muito fértil entre os cozinheiros amadores e os profissionais, retirando do anonimato grandes cozinheiros e fortalecendo muitos criadores de conteúdo digital, que mesmo não sendo um profissional da gastronomia, se esforça, busca conhecimento e aproxima cada vez mais as pessoas das panelas.

No fundo, o sucesso desses realitys está em transformar a cozinha em palco, a comida em espetáculo e o cozinhar em experiência compartilhada. E você, já pensou em se inscrever em um desses programas e tentar a sorte?