País rico, povo pobre, políticos endinheirados. A frase surgiu nos discursos de partidos de esquerda contrários à aprovação do Fundo Eleitoral de R$ 5 bilhões para a eleição de 2026. Esses recursos se somam ao Fundo Partidário, que deve alcançar R$ 1,2 bilhão.
Todos esses bilhões serão administrados pela direção de 19 partidos políticos. O PL de Jair Bolsonaro e o PT do presidente Lula ficarão com quase 40% do total. O Brasil é o único país do mundo onde as eleições são 100% financiadas pelo contribuinte, com dinheiro público.
A federação entre o PP e o União Brasil vai transformar os dois partidos em um bloco e, juntos, eles passarão a ter o maior fundo partidário, superando R$ 1,3 bilhão. A medida é contestada por outras siglas que alegam desequilíbrio eleitoral. O dinheiro facilitará a eleição de governadores, senadores, deputados e impulsionará a candidatura presidencial.
A eleição de 2026 será a mais endinheirada da história. Além do Fundo Eleitoral, deputados e senadores terão à disposição as chamadas emendas PIX, que somam R$ 90 bilhões. O eleitor brasileiro irá às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados.
Eduardo Girão critica blindagem exagerada no Brasil
O Senado Federal aprovou, há sete anos, o fim do foro privilegiado no Brasil. O projeto, no entanto, está parado na gaveta do presidente da Câmara dos Deputados.
“Trata-se do maior instrumento de perpetuação da impunidade no Brasil. Na maioria das democracias sólidas, o foro é restrito a uma ou duas autoridades. Aqui, ocorre uma aberração: mais de 50 mil autoridades são beneficiadas”, denunciou o senador Eduardo Girão, que é pré-candidato ao governo do Ceará.
PSB filia 11 prefeitos ligados a Acilon Gonçalves
O líder político da Região Metropolitana de Fortaleza, Acilon Gonçalves, vai filiar 11 prefeitos ao PSB nesta sexta-feira (3), em Eusébio. A articulação foi conduzida pelo senador Cid Gomes. Acilon já havia levado para o partido deputados ligados à sua liderança. Ex-prefeito de Eusébio, ele é pré-candidato a deputado federal.
Ônibus paralisaram em ato político
Os ônibus não pararam em Fortaleza para protestar contra a Prefeitura. Foi um ato político para desgastar a imagem do prefeito Evandro Leitão. Essa é a avaliação de vereadores e deputados da base governista. O movimento foi considerado criminoso contra a população. Crianças, estudantes, gestantes, deficientes, idosos e trabalhadores sofreram para chegar ao trabalho e voltar para casa.
Galeria da Alece é reaberta por Romeu Aldigueri
Fechada desde o incêndio de 2024, que destruiu o plenário, a galeria da Alece foi reaberta ao público. A decisão do presidente da Casa atendeu ao apelo de parlamentares e da população. A reabertura veio acompanhada de medidas de segurança, como revistas e detectores de metais. Agora, na Alece, ninguém entra armado. As galerias são espaço para acompanhamento das sessões e votações.
Aldigueri: “Ajuste pelo poder”
O presidente da Alece, deputado Romeu Aldigueri, afirmou que a união entre o campo progressista e a extrema direita no Ceará representa apenas a tentativa de “poder pelo poder, sem projeto”. Ao responder em um podcast, Aldigueri disse: “Eles não conseguem se entender nem dentro do próprio partido. Vivem brigando. É o caso de André Fernandes com Carmelo, que não se unem.”
Evandro cresce na avaliação popular
O prefeito Evandro Leitão cresceu 18 pontos entre o início do mandato, em janeiro, e o mês de setembro, segundo pesquisa do Instituto Opinião. Evandro, que foi eleito com 50,9% dos votos, agora aparece com popularidade de 68%.
Simão Pedro: “Alunos da Alece ficam com 20% das vagas na PM”
Saiu o resultado do concurso da Polícia Militar. O cursinho preparatório da Alece garantiu a aprovação de 20% das vagas. “Foi o maior e melhor resultado da nossa história”, afirmou o deputado Simão Pedro, reitor da Universidade do Parlamento. Ele destacou ainda: “O presidente Aldigueri nos deu todas as condições para o sucesso”.
