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A pauta negativa de 2026

O mundo polarizado é natural. Não se pode pensar igualmente, mas é preciso tolerância, diálogo e condução pacífica para construir pontes, e não muros ou guerras.

O planeta enfrenta múltiplos conflitos. Destacam-se a guerra entre Rússia e Ucrânia, o conflito Israel-Hamas no Oriente Médio e instabilidades persistentes na Síria, Sudão, Iémen, Etiópia, Mianmar e na República Democrática do Congo. O mundo registra o maior número de conflitos desde a Guerra Fria, com disputas territoriais, políticas e religiosas.

Na Europa, a invasão russa à Ucrânia, iniciada em 2022, segue sem perspectiva de solução diplomática. No Oriente Médio, a escalada violenta na Faixa de Gaza, intensificada a partir de outubro de 2023, ampliou a tensão regional. A Síria continua mergulhada em uma guerra civil complexa, enquanto Sudão e Iémen vivem crises humanitárias prolongadas. Na Etiópia, conflitos internos deixaram milhares de mortos. Em Mianmar, o golpe militar intensificou a repressão e a perseguição a minorias. No Congo, conflitos por recursos naturais mantêm a instabilidade permanente.

Há ainda tensões regionais relevantes. Na África Subsaariana, grupos armados atuam na Nigéria, Mali e Burkina Faso. Na Ásia, a Caxemira segue como foco de disputa entre Índia e Paquistão. O Oriente Médio mantém tensões envolvendo o Irã. No Mar do Sul da China, disputas territoriais ampliam o clima de instabilidade global.

A busca por conquistas territoriais rompeu regras básicas do direito internacional. A ONU perdeu força, a Otan vê seu prestígio questionado e as cortes internacionais estão paralisadas. O poder bélico voltou a prevalecer, com a ascensão de líderes autoritários, eleitos ou não. É uma fase marcada por falhas diplomáticas, desrespeito às leis internacionais e enfraquecimento de instituições criadas para garantir a paz.

Bom exemplo de gestão em Paraipaba

Em Paraipaba, a maré avançou e invadiu casas e barracas na praia da Lagoinha. A prefeita Ariana Aquino agiu rapidamente, mobilizando tratores, pedras e estruturas de contenção para proteger residências e o comércio local. Um exemplo de gestora presente e de resposta imediata a uma situação de risco.

O avanço do mar precisa ser controlado

Icapuí, Aracati, Beberibe, Caucaia e todo o litoral cearense estão sob ameaça do avanço do mar. Portos, aterros e intervenções costeiras contribuem para o desequilíbrio ambiental. O tema exige um debate sério envolvendo a bancada e o Governo Federal. Espigões resolvem ou apenas transferem o problema?

Hélio Winston dá transparência à Seinfra

A população cearense acompanha de perto as obras executadas pela Secretaria da Infraestrutura do Estado. O secretário Hélio Winston expõe semanalmente o andamento das obras do metrô e do VLT, mostra responsáveis técnicos e apresenta prazos. Deu visibilidade e dinamismo a uma secretaria antes distante do cidadão. Ganhou reconhecimento no meio técnico e político e permitiu que a população veja, na prática, os trabalhos em execução.

Elmano recebe Aldigueri no primeiro despacho do ano

O governador Elmano de Freitas reuniu-se com secretários da Casa, liderados por Chagas Vieira, com participação de Nelson Martins e Gabriel Rochinha. Também recebeu o presidente da Alece, Romeu Aldigueri. A agenda política de 2026 será focada em entregas. Elmano definirá, junto com Aldigueri e a bancada governista, a estratégia na Assembleia.

Lula chamará governadores da base

Seguindo o início de governo, o presidente Lula deve convocar governadores aliados para avaliar entregas e alinhar prioridades. Ministros receberão gestores estaduais acompanhados de deputados e senadores. No Ceará, estão previstas entregas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura, com destaque para obras estruturantes como o Cinturão das Águas.