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24 de julho de 2024

Ceará volta a apresentar chuvas em mais de 100 municípios; confira previsão

Em relação aos últimos dias, o período menos chuvoso ocorreu entre sábado e domingo, com registros em 75 de 174 municipios informados.
Foto: Danniel Monteiro/Funceme

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O Ceará voltou a apresentar chuvas em mais de 100 municípios no intervalo entre as 7h desta segunda-feira, 4, e 7h desta terça-feira, 5, conforme balanço da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) atualizado às 11h50. Nas últimas 24h, pelo menos 108 dos 123 municipios informados apresentaram precipitações, com os maiores volumes ocorrendo nas cidades de Quixadá (102 mm); Granja (95 mm) e Ipaporanga (94 mm). Os dados são parciais e serão atualizados ao longo do dia.

Entre a última sexta-feira e sábado, 2, o Estado também apresentou precipitações em mais de 100 cidades (153), situação que se repetiu no intervalo seguinte. Entre domingo e esta segunda-feira, choveu em 127 dos 173 municipios informados. Em relação aos últimos dias, o período menos chuvoso ocorreu entre sábado e domingo, com registros em 75 de 174 municipios informados.

10 maiores chuvas das últimas 24h (por cidade):

  1. Quixadá: 102 mm
  2. Granja: 95 mm
  3. Ipaporanga: 94 mm
  4. Ipueiras: 92 mm
  5. Hidrolândia: 74 mm
  6. Poranga: 73 mm
  7. Itapiúna: 62 mm
  8. Ararendá: 60 mm
  9. Forquilha: 55 mm
  10. Boa Viagem: 53,5 mm

Previsão

De acordo com previsão da Funceme, o Estado deve seguir com céu variando de nublado a parcialmente nublado com chuva isolada na faixa litorânea, na Ibiapaba e no Maciço de Baturité ao longo do dia. Nas demais macrorregiões, há alta possibilidade de chuva isolada. A condição deve se repetir na quarta e quinta-feira, 7. “A chuva esperada para os próximos dias (06 e 07) deverá ocorrer durante os períodos da madrugada e manhã na faixa litorânea e partir do final da tarde nas demais macrorregiões“, destaca previsão da Funceme emitida nesta terça-feira.

“Em geral, as chuvas esperadas ocorrerão em virtude de áreas de instabilidade oriundas do oceano Atlântico, devido a proximidade da ZCIT, bem como em razão de efeitos locais, como temperatura, relevo e umidade”.

 

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