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16 de julho de 2024

Após lançamento da chapa Lula-Alckmin, Camilo Santana pede “união” do campo progressista

Nas palavras do petista, o movimento deve ocorrer pelo "o movimento de unidade deve ocorrer pelo "bem maior do nosso Brasil"
Foto: Reprodução/Camilo Santana

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Presente neste sábado, 7, no lançamento oficial da candidatura da chapa Lula (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) para as eleições de outubro próximo, o ex-governador Camilo Santana (PT) destacou a importância de que “todos e todas que pensam diferente do atual Governo” exerçam um “diálogo franco”. Segundo o petista, aliado histórico em nível estadual do ex-ministro e também pré-candidato ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes (PDT), o movimento de unidade deve ocorrer pelo “bem maior do nosso Brasil”.

“Acompanhei na manhã de hoje, em São Paulo, o lançamento do movimento ‘Vamos Juntos Pelo Brasil’, liderado pelo presidente Lula”, comunicou Camilo, pelas redes sociais. “É preciso estarmos cada vez mais fortes e unidos na defesa da nossa democracia e das instituições, para a garantia de um país mais justo, que resgate a dignidade de milhões de brasileiros, abalada nesses últimos anos. Que todos e todas que pensam diferente desse atual Governo, que trouxe tantos retrocessos e que ameaça nossa democracia, exerçam um diálogo franco, pelo bem maior do nosso Brasil”.

O evento de lançamento aconteceu no Expo Center Norte, na capital paulista. Geraldo Alckmin – que particiou do evento de forma virtual por ter sido diagnosticado com covid-19 – e o ex-presidente Lula discursaram no evento. “Nenhuma divergência do passado, nenhuma diferença do presente, nem as eventuais discordâncias de hoje ou de amanhã, absolutamente nada servirá de desculpa ou pretexto para que eu deixe de defender com toda minha convicção a volta de Lula à Presidência do Brasil“, destacou o ex-tucano.

Já o ex-presidente adotou um tom mais ameno, mas não deixou de fazer críticas ao atual governo de Jair Bolsonaro. “Tudo o que fizemos e o povo brasileiro conquistou está sendo destruído pelo atual Governo. O Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU [Organização das Nações Unidas], de onde havíamos saído em 2014, pela primeira vez na história. É horrível, mas quem tem uma causa jamais pode desistir da luta”, afirmou.

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