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A miséria perde volume e a pauta de 2026 ganha peso

O estoque de assuntos para serem postos diante do eleitor neste ano tem avançado consideravelmente. O tema mais recente foi incluído no leque de discussões pelo setor financeiro. E, diferentemente do que se viu nos últimos meses, de forma positiva. Estudo do banco Santander revela que, em 2026, o Índice de Miséria no Brasil pode desabar para o menor nível desde 2012, quando teve início a série histórica. A taxa atual é de 11% – e é grave, reconheça-se, embora tenha sido muito pior -, podendo chegar ao fim deste ano no intervalo entre 9,5% e 10%. A tal “polarização”, situação de divergência política que preocupa e atemoriza acadêmicos e quetais, mas que às vezes é espertamente manipulada justamente por políticos, resulta em coisas assim. E, frente a contextos tão ásperos, o melhor é ter resultados para mostrar.

Subiu, mas caiu

Se chegar mesmo ao campo eleitoral, e é improvável que não chegue, governistas podem por na mesa cartas bem representativas da gestão de Jair Bolsonaro. Em 2019, havia 67,5 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza. Em 2020, 64,7 milhões. Em 2021, o crescimento foi intenso: 77 milhões. Em 2022, registrou-se diminuição para 66,4 milhões.

Fazeres públicos

Vem aí a 10ª edição do Prêmio RioMar Mulher. O evento se tornou um dos mais importantes do Nordeste na celebração do protagonismo feminino em diferentes áreas. A secretária da Cultura de Fortaleza, Helena Barbosa, e a secretária da Diversidade do Estado do Ceará, Mitchelle Meira, representam o setor público entre as 10 homenageadas. O evento será realizado em 4 de março, às 19h, no Teatro RioMar Fortaleza.

Nomes

O Prêmio RioMar Mulher 2026 também destacará a arquiteta Regina Catunda, a professora Nildes Alencar, a empresária Noélia Fontenelle, a médica e professora Paola Tôrres, a jornalista Dina Sampaio, a psicóloga e líder indígena Natália Tatanka, a artesã Raimunda Lúcia Lopes (Mestra Raimundinha) e a empresária e designer de moda Manuela Melo.

Fraude

Quer sair por aí ostentando na blusa um brochezinho com o brasão do Estado do Ceará? Pois saiba que o pin com a marca oficial do poder público, usado por servidores de escalões mais altos, está ao alcance das mãos de quem quiser. Uma loja eletrônica chinesa vende unidades pelo preço nada camarada de R$ 29,99 – para ter um não precisa ter competência, influência política ou concurso: basta ter um dinheiro à toa para gastar.

Linha de montagem das fake news

O presidente Lula acredita haver no Brasil “uma verdadeira indústria de contar mentira”. E alerta que essa “produção fake” deve ser combatida num esforço coletivo. O ano de 2026 será o da verdade, afirma. “A gente vai ter de provar que a verdade e o bem podem vencer o mal e a mentira.” Ele completa: “Cabe a cada prefeito, vereador, dirigente sindical, mulheres e homens não permitir que haja prevalência da mentira.” Mas aí, Lula, a coisa complica…

Walking dead

Lula tem experiência de sobra como vítima de fake news. O exemplo mais tosco, mas que corre feito carrapeta nas redes sociais, é o de que o presidente morreu e que está sendo substituído por atores. E a mentira vem ganhando versões novas, viu? Uma delas é a de que já está em cena o sexto clone de Lula, acredita? Pois tem gente que acredita!

Municiado para o debate

O prefeito Evandro Leitão (PT) se encontra segunda-feira com empresários do comércio na CDL de Fortaleza. Será uma reunião-almoço. Evandro vai expor dados sobre a administração da cidade – o mandato dele já venceu o primeiro ano. Segurança é um dos pontos altos da pauta: a gestão recebeu do Governo do Estado, para a Guarda Municipal, mais de 400 pistolas e munição.