O Carnaval 2026 está marcado para acontecer entre 13 e 18 de fevereiro, com folgas estratégicas que podem se estender até a Quarta-feira de Cinzas. Nesse período, o mercado de fantasias está em alta, por isso o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) pontuou algumas estratégias para facilitar a comercialização e a divulgação do acervo dos comerciantes.
O Sebrae ressalta que é preciso inovar com foco especial em fantasias com temas atuais, produtos personalizados, acessórios criativos e moda sustentável para impulsionar os pequenos negócios.
As vestimentas podem usar de muito improviso com o uso de shorts, camisetas e adereços de cabeça, bloquinhos uniformizados e fantasias elaboradas com muito brilho e enfeites. Para isso, acessórios como vassouras, máscaras, coletes, coroas, colar de flores, girassol, sombrinhas, pulseiras, colares e óculos são muito procurados nesse período.
Principais Tendências para o Segmento
Para o ramo da moda e estilo, o Carnaval de 2026 promete entregar fantasias com recortes, transparências, tecidos metalizados, corsets, saias de tule e body chains com formas de corações ou estrelas.
Nesse ano, os itens virais são “Morango do Amor” e bonecos “Labubu“. Nesse sentido é indicado a necessidade de monitorar redes sociais para o sucesso rápido de produtos.
Com foco no Carnaval e no Halloweenn, o comerciante deve oferecer fantasias criativas, originais e acessórios como chapéus, máscaras e maquiagem. Além de um alinhamento com a cultura pop, impactando setores de turismo e gastronomia.
Sustentabilidade e Consumo Consciente
A tendência que prevalece é o uso de materiais recicláveis, relacionados à moda sustentável. Logo, fantasias feitas com materiais reciclados, glitter biodegradável e baixo impacto ambiental alcançarão esse público.
Além disso, para 81% da GenZ, preço e utilidade vêm antes da marca, buscando versatilidade, ou seja, peças que podem ser usadas pós-carnaval.
Compras híbridas
O uso de PIX, pagamentos digitais e compras em redes sociais são muito comuns. Por isso, o vendedor deve estar preparado para atender ao seu cliente físico, que visita a loja, quanto ao digital, que prefere realiza a compra pela internet. O Sebrae considera essa experiência como “Experiência “Figital”: Físico + Digital.
