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Projeto que combate uso de drogas e influência de facções em escolas deve ser expandido

O Centro de Apoio Operacional da Educação (Caoeduc), órgão do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), planeja expandir o projeto Fala que Salva para escolas de outros municípios do estado, em 2026. A iniciativa, já implementada em Fortaleza, busca sensibilizar crianças e adolescentes quanto à prevenção ao uso de drogas e à influência de grupos criminosos organizados no ambiente escolar.

A proposta de ampliação foi debatida na primeira reunião de acompanhamento do projeto do ano, realizada na última sexta-feira (23), na sede das Promotorias de Justiça de Fortaleza.

O encontro foi conduzido pelo coordenador do Caoeduc, promotor de Justiça Antônio Forte. Na ocasião, foram avaliadas as ações já executadas e definidos os encaminhamentos para a próxima etapa do projeto.

Também foram discutidas estratégias interinstitucionais para o fortalecimento da iniciativa, incluindo a articulação com órgãos parceiros e programas voltados à segurança e à proteção do ambiente escolar.

Criada em 2025, o projeto está funcionando em unidades da rede pública municipal de Fortaleza. Por isso, a Secretaria Municipal da Educação (SME) apresentou um balanço das ações desenvolvidas em sete escolas públicas localizadas em territórios vulneráveis da capital.

Ao longo do último ano, as unidades receberam visitas e palestras educativas, reforçando a prevenção ao uso de drogas e à cooptação por facções criminosas, bem como o fortalecimento do diálogo entre a comunidade escolar e os órgãos de proteção.

Estiveram também no encontro representes da Polícia Militar do Estado do Ceará, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiro Militar e da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp).