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Ceará vive maior ciclo de empregos formais da História, diz secretário do Trabalho

O secretário do Trabalho do Ceará, Vladyson Viana (PT), afirmou que os três primeiros anos da gestão do governador Elmano de Freitas (PT) lidera o maior período de geração de empregos formais da História do Estado. Em entrevista ao podcast Questão de Opinião, do Opinião CE, o gestor apresentou números que, segundo ele, comprovam o desempenho positivo.

Entre janeiro de 2023 e novembro de 2025, um saldo de mais de 160 mil postos de trabalho com carteira assinada foram criados no Ceará.

Como apresentou Vladyson, o número, em três anos de mandato, só não superam os quatro anos do primeiro mandato de Cid Gomes (PSB) à frente do Executivo. Os três primeiros anos de Elmano geraram mais empregos que os quatro anos juntos de todos os demais Governos.

Somente em 2025, o saldo superou 67 mil empregos formais. “E não estamos contando com o mês de dezembro”, frisou Vladyson Vina, acrescentando que mais de 1,4 milhão de pessoas trabalham com certeira assinada no Ceará.

É o período da História do Ceará em que se mais gerou empregos formais, nestes três anos acumulados. Mais do que Tasso [Jereissati], mais do que Ciro [Gomes], mais do que qualquer um outro”, destacou Vladyson Viana.

Números históricos

Para o secretário, a sintonia entre o Governo do Estado e o Governo Federal tem sido decisiva para impulsionar a economia, possibilitando à gestão de Elmano de Freitas ser considerada histórica.

Segundo o secretário do Trabalho, a retomada dos investimentos públicos pelo presidente Lula (PT) contribuiu diretamente para o crescimento econômico.

O gestor também citou a valorização do salário mínimo, com ganho real acima da inflação. “Coisa que não vimos no governo anterior, que não valorizou o salário mínimo”, lembrou.

Setores em alta

Com esse conjunto de fatores, Vladyson Viana reforçou que não exagera ao afirmar que Elmano de Freitas é o governador que mais gerou empregos na História do Ceará.

Nos últimos três anos, o setor de serviços liderou a geração e a recolocação de trabalhadores no mercado formal.

A construção civil também voltou a apresentar crescimento no Estado. De acordo com o secretário, esse avanço decorre da retomada de obras públicas, como hospitais regionais, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a Ferrovia Transnordestina.

Indústria e investimentos

A indústria cearense, segundo Vladyson Viana, também mostra sinais de fortalecimento. O destaque vai para o setor calçadista, responsável por 25% da produção nacional.

“Todos esses fatores atraem investidores privados do Brasil e do exterior. Isso mostra que o Ceará está no caminho certo”, disse Vladyson Viana.

Durante a entrevista, o secretário abordou ainda a chegada de investimentos estrangeiros privados ao Estado.

Formação profissional

Conforme Vladyson, a posição geográfica do Ceará favorece a instalação de datacenters. Os ventos constantes, acrescentou, impulsionam empreendimentos ligados às energias solar e eólica.

Para aproveitar essas oportunidades, o Estado precisa manter atenção especial à formação profissional. Nesse sentido, o governador Elmano de Freitas prioriza a qualificação da mão de obra cearense, segundo o secretário.

O Governo do Estado firmou convênios com a Universidade Estadual do Ceará (Uece), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Regional do Cariri (Urca), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Além disso, a gestão estadual amplia a instalação de escolas profissionalizantes em tempo integral (EPTIs). Vladyson Viana ressalta que o investimento em educação possibilitou a instalação do campus do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará.

Resultados da qualificação

Como reflexo desses investimentos, o Ceará passou a exportar profissionais qualificados para outros estados e países.

Mesmo assim, a maior parte dessa mão de obra permanece no próprio Estado. A instalação de empresas, nacionais e estrangeiras, está mudando a realidade dos municípios onde elas se estabeleceram.

A formação qualificada, segundo Vladyson Viana, possibilita a esses trabalhadores ocupam funções de alta remuneração e cargos executivos e de liderança.