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Ciclo Ceará Carnavalesco 2026 abre inscrições para oficina de Turbantes Afro

Integrando as atividades da programação do Ciclo Ceará Carnavalesco 2026, uma realização da Secult Ceará, será realizada a oficina de Turbantes Afro, no dia 24 de janeiro, de forma gratuita, na sede do Grupo Criat, às 9h, no bairro Bom Jardim. Para participar, os interessados deverão efetuar sua inscrição por meio do formulário online, disponibilidade para 25 participantes.

A oficina será ministrada por Neide Rodrigues, artesã, figurinista e idealizadora e gestora da marca Xica Pilica, cria turbantes e acessórios autorais inspirados em vivências e rodas de diálogo com coletivos de mulheres. Especialista em produção de eventos e criação carnavalesca, atua como mentora em qualidade de produto e projetos de economia criativa, unindo ancestralidade, educação popular e empreendedorismo.

Este ano, o ciclo traz como tema “Entre cantigas e cortejos, mulheres ecoam a ancestralidade!”, uma homenagem a duas mulheres que representam a força, a resistência e a riqueza da cultura afro-brasileira no Ceará: Maria de Fátima Marcelino e Maria Lúcia Simão Pereira.

O Ciclo Carnavalesco

O Ciclo Carnavalesco 2026 é uma realização do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará), em parceria com o Instituto União Arte, Educação e Culturas Populares e produção da EnCena Produções.

Durante o Carnaval de 2026, a Prefeitura de Fortaleza vai intensificar ações de prevenção em saúde e promoção da autonomia das mulheres, com a distribuição de kits contendo autoteste de HIV, preservativos e materiais informativos nos principais polos da festa. A iniciativa faz parte do plano operacional do Ciclo Carnavalesco, apresentado na manhã desta quarta-feira (14), em coletiva de imprensa no Paço Municipal.

Durante o Carnaval, a Prefeitura também disponibilizará o Espaço de Acolhimento à Mulher – Fortaleza por Elas, iniciativa voltada à proteção e orientação de mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade. O espaço contará com profissionais do Centro de Referência e Atendimento à Mulher Francisca Clotilde, com psicóloga e assistente social, além do apoio do Grupo Especializado Maria da Penha (GEMP).