A Prefeitura de Fortaleza lançou um aplicativo exclusivo para o Ciclo Carnavalesco 2026 com o objetivo de facilitar o acesso da população à programação oficial da festa. A ferramenta, que ganhou o nome de Farol da Cultura, vai permitir que o público localize os eventos por meio de geolocalização, escolha os bairros que deseja frequentar e monte uma agenda personalizada ao longo do ciclo. O aplicativo estará disponível até sexta-feira (14).
De acordo com a secretária da Cultura de Fortaleza, Helena Barbosa, o aplicativo possibilita que cada usuário organize sua própria programação, favoritando atrações e acompanhando os eventos de acordo com o local onde deseja circular. A plataforma estará disponível para os sistemas Android e iOS.
Outro destaque do aplicativo é a acessibilidade. Segundo a secretária, a ferramenta foi pensada para atender também pessoas com deficiência visual, ampliando o alcance da informação e garantindo mais inclusão no acesso às atividades do Carnaval da Capital.
“A gente tá testando isso, mas é muito bacana porque você populariza a informação, comunicando de forma ágil, transparente e de fácil acesso”, afirmou Helena Barbosa. Para a gestora, o aplicativo representa mais uma inovação incorporada ao Ciclo Carnavalesco de Fortaleza.
A iniciativa integra o conjunto de novidades previstas para o Carnaval de 2026 e reforça a estratégia da gestão municipal de utilizar recursos tecnológicos para aproximar a população da programação cultural da cidade.
Ciclo Carnavalesco
O Ciclo Carnavalesco 2026 começa na sexta-feira (16). A programação oficial, que reúne atrações de Pré-Carnaval e Carnaval, foi divulgada nesta segunda-feira (12) e contará, ao todo, com 25 palcos distribuídos pela cidade. Conforme a gestão municipal, o plano operacional de operações de segurança será disponibilizado até quarta-feira (14).
A abertura do ciclo acontecerá na Praça do Ferreira, no Centro da Capital. Segundo Helena Barbosa, a proposta da gestão para este ano é ampliar a diversidade artística e fortalecer a cena cultural local, evitando a repetição de atrações que marcou edições anteriores. A secretária destacou que, em anos passados, a presença recorrente das mesmas bandas gerou debates no setor cultural. A partir dessas discussões, a política de programação foi revista, com foco em democratizar o acesso dos artistas aos palcos do Carnaval de Fortaleza.
