A partir da quinta-feira, 1º de janeiro, passaram a vigorar no Brasil duas leis sancionadas pelo presidente Lula (PT): a isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês e o reajuste do salário mínimo de R$ 1.518 para R$ 1.621.
De acordo com o Governo Federal, as duas ações vão injetar R$ 109 bilhões na economia do País, seja pelo aumento de renda efetivo no bolso de milhões de brasileiros que não mais pagarão o IR, seja pelo aumento de 6,79% do salário mínimo.
Sobre a isenção do IR e a redução do imposto para quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.350 por mês, o presidente Lula já havia afirmado que a medida vai ter um impacto de R$ 28 bilhões na economia do País ao longo de 2026.
“Vai gerar mais empregos, mais oportunidades e mais renda. O país inteiro vai ser beneficiado”, disse o chefe do Executivo.
Já acerca da política de valorização do salário mínimo, o crescimento deve injetar cerca de R$ 7 bilhões por mês, conforme anunciou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT).
O aumento do salário mínimo para R$ 1.621 beneficia diretamente mais de 34 milhões de trabalhadores.
Considerando-se o impacto na vida de aposentados, pensionistas, pessoas com deficiência, beneficiários do seguro-desemprego, entre outros grupos sociais, o impacto alcança a vida de 62 milhões de brasileiros.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia do País este ano.
