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2SMKT, agência de marketing político, inaugura espaço físico e lança podcast

Divulgação/2SMKT

A 2SMKT, uma das principais agências de marketing político do Nordeste, inaugurou, nesta quinta-feira (27), o seu novo espaço físico em Fortaleza. Além da nova estrutura, foi lançado o podcast próprio da empresa, o Papo de Urna, focado no debate político e eleitoral. O evento contou com a presença de diferentes atores políticos do Ceará.

O CEO da 2SMKT, Stênio Muniz, ressaltou que a agência vive um grande momento após a eleição de 2024, onde obteve sucesso com vitórias em algumas prefeituras. “A gente se consolidou no mercado. Com isso, a empresa precisava de uma reformulação estrutural”, justificou.

“Essa nova sede é um novo conceito de agência de comunicação estratégica. Uma agência de marketing político, onde oferece uma estrutura inédita no Nordeste. Onde podemos fazer um marketing com qualidade”, disse ao Opinião CE.

Muniz explicou como sua agência enxerga o trabalho e coloca boas expectativas em 2026. “Política é feita de pessoas. Por isso, a gente estuda a política como pessoa. Estudar o político como ele é e extrair o máximo dele para cada campanha ter os seus ingredientes, místicas, personalizar o trabalho de cada político”, explicou.

O evento conto ainda com palestras de importantes consultores de marketing político, Fred Perillo e Marcello Natalle. Perillo, inclusive, destacou o papel que a redes sociais têm desempenhado no processo eleitoral. “Há 15 anos, o jogo mudou. Os políticos deixaram de ser coadjuvantes na comunicação, porque, até então, era uma relação baseada pela imprensa, despersonalizada”, recorda.

“Em 2010, o jogo mudou. É uma comunicação personalizada e o político tem que ser protagonista de sua comunicação. Continua tendo agência, marketeiro, assessor, mas precisa aprender a influenciar e a não terceirizar sua comunicação”, acredita Perillo.

Ao Opinião CE, Natalle destaca como as redes sociais e a maior conectividade da população tem mudado o perfil do eleitor. “O que mudou não é nem o político, nem as redes sociais, o eleitor mudou. A gente tem um eleitor que quer, cada vez mais, participar do processo. O eleitor se acostumou a dar opinião dele, criticar. E isso é irreversível”, enxerga o consultor.

“O que acontece, na prática, é muito mais a política se adaptar a mudança de eleitorado, do que o eleitor se adaptando à política. Nós vamos ter que se adaptar para falar com o eleitor onde ele está, buscar a linguagem que o eleitor quer consumir, no espaço que ele quer consumir e no tempo que ele quer consumir. Por isso, o digital ficou tão relevante na eleição”, finaliza Natalle.