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Projeto inaugura Fábrica de Polpas no Ceará

O Sistema Fecomércio segue colhendo resultados com o programa de Aquisição de Gêneros por Cooperativas da Agricultura Familiar. Uma das cooperativas participantes, a Cooperativa de Produção Agropecuária e Serviços Santa Bárbara (Copasb), inaugurou uma moderna fábrica de polpas, com a presença do presidente do Sistema Fecomércio, deputado federal Luiz Gastão (PSD).

O empreendimento também conta com um sistema de energia solar, responsável por abastecer a câmara fria e os equipamentos de produção, garantindo mais eficiência e sustentabilidade ao processo.

Luiz Gastão ressaltou a relevância das cooperativas para os produtores locais, destacando o apoio e a logística oferecidos. Segundo ele, o programa é o maior de cooperativismo do Ceará e um dos maiores de compra direta da agricultura familiar no País, com potencial de expansão.

INCLUSÃO SOCIAL

O presidente do Sistema Fecomércio reforçou que o sucesso do projeto depende do trabalho coletivo. “Hoje, o programa que mais me orgulha é este, com o qual quero continuar buscando formas de promover inclusão social e aumentar a renda das pessoas por meio da dignidade do trabalho”, afirmou.

Entre os planos futuros, Luiz Gastão citou visitas das cooperativas ao sistema de cooperativismo do Paraná, a criação de um selo para os produtos da agricultura familiar e cursos voltados aos jovens cooperados, incentivando-os a permanecer no campo.

FORTALECIMENTO LOCAL

Nonato Barbosa, presidente da Copasb, agradeceu o apoio do Sistema Fecomércio, afirmando que a fábrica e outras melhorias foram possíveis graças à garantia de destino da produção e ao aumento do faturamento desde o início do projeto. “O compromisso do Sistema Fecomércio com o cooperativismo tem sido fundamental para nós”, destacou.

A fábrica de polpas utiliza frutas produzidas pelos agricultores da Copasb. Atualmente, são produzidos 2 mil quilos de polpa por semana, destinados a escolas e instituições vinculadas ao Sistema Comércio.

O presidente da Copasb explicou que a iniciativa aproveita frutas que antes não tinham destino, como cajá e manga. A previsão é de expansão da produção em janeiro de 2026, com ampliação das vendas para o mercado local, que dependerá da aquisição de mais uma câmara fria. A fábrica oferece oito sabores: manga, goiaba, acerola, caju, cajá, abacaxi, graviola e maracujá.