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Fortnite fica fora do ar devido à falha na nuvem da Amazon; entenda o que aconteceu

Além do Brasil, a Epic Games Store e o Fortnite já retomaram suas operações no iOS em países europeus (Foto: Reprodução | Fortnite)

Usuários de diversos países enfrentaram, na manhã desta segunda-feira (20), dificuldades para acessar aplicativos populares como Fortnite e Snapchat. A interrupção foi atribuída a uma falha nos servidores da Amazon Web Services (AWS), responsável por fornecer infraestrutura de nuvem para inúmeras plataformas digitais.

A AWS reconheceu o problema, informando que estava monitorando “aumento nas taxas de erro e latências” em seus serviços e trabalhando em “vários caminhos paralelos para acelerar a recuperação”.

Além dos jogos Fortnite, Roblox, Clash Royale e Clash of Clans, outros serviços afetados incluíram o site de compras da Amazon, Prime Video, Alexa, Coinbase, Robinhood, Venmo, Chime e Lyft. A startup de inteligência artificial Perplexity também relatou indisponibilidade devido à falha na AWS.

Amazon diz que recuperação está em andamento

Por volta das 8h (horário de Brasília), a Amazon informou em sua página oficial de monitoramento que os serviços estavam “gradualmente voltando ao normal”. “Continuamos a observar a recuperação na maioria dos serviços da AWS afetados. Seguimos trabalhando para a resolução total”, disse a companhia.

Esta é considerada a maior interrupção global de serviços digitais desde o incidente envolvendo a plataforma de segurança CrowdStrike, em 2023, que afetou hospitais, bancos e aeroportos em vários países.

Embora parte dos serviços já esteja sendo restabelecida, especialistas alertam que falhas desse tipo reforçam a dependência global de poucas empresas para o funcionamento da infraestrutura digital.

A AWS, concorrente dos serviços de nuvem do Google e da Microsoft, direcionou solicitações de comentário para sua página de status, sem fornecer declarações adicionais até o momento. A interrupção gerou repercussões significativas, afetando a conectividade de milhões de usuários e levantando questões sobre a resiliência das infraestruturas digitais globais.