A senadora Augusta Brito (PT), pré-candidata a deputada federal, afirmou ao Opinião CE que vai concorrer ao “que for melhor” para o grupo governista nas eleições de 2026. Primeira suplente do eleito senador e ministro da Educação, Camilo Santana (PT), a petista ocupa cadeira na Câmara Alta do Congresso Nacional desde o início de 2023, quando o ex-governador cearense pediu afastamento para assumir o MEC.
Augusta afirmou que é de grupo e que o que for definido ela vai estar “com toda força e coragem para enfrentar qualquer batalha que vier pela frente”. A decisão, conforme ela, deve acontecer no mês de março de 2026.
Como o mandato no Senado é de oito anos, a vaga de Camilo na Casa Legislativa vai até 2030. Caso o ex-governador seja reconduzido ao MEC ou a outro cargo, Augusta, então, permaneceria ocupando a cadeira.
DISPUTA PELO SENADO
Para as eleições do próximo ano, aliás, a corrida por uma das duas vagas que estarão em aberto para representar o Ceará no Senado tem sido uma das mais disputadas dentro do grupo governista.
Nomes como José Guimarães (PT), Júnior Mano (PSB), Domingos Filho (PSD), Eunício Oliveira (MDB), Chiquinho Feitosa (Republicanos) e Chagas Vieira (sem partido) pleiteiam mais espaço dentro do governo com uma candidatura ao Senado.
