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Ceará conseguiu ampliar exportações para a Ásia após tarifaço dos EUA, diz secretário

Mesmo diante das turbulências provocadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, o Ceará conseguiu ampliar suas exportações para países da Ásia.

Conforme o Executivo estadual, o resultado é fruto de um conjunto de medidas fiscais e de incentivo adotadas, que garantiram competitividade às empresas cearenses e impulsionaram o comércio exterior.

Conforme o secretário da Fazenda, Fabrízio Gomes Santos, o Ceará foi um dos poucos estados brasileiros a reagir de forma efetiva às mudanças no cenário global.

“Alguns estados deram apenas crédito de exportação. Nós fizemos quatro medidas: crédito de exportação, subsídio, redução de encargos do FTI e compra direta”, destacou o gestor.

Essas ações, segundo o secretário, permitiram que diversas empresas voltassem a exportar, com destaque para os segmentos de autopeças, pescados e carnaúba — produtos que ganharam novo espaço no mercado asiático após a alta de tarifas norte-americanas sobre mercadorias chinesas e de outros países.

“Já começamos a devolver recursos e a oferecer novos incentivos. Isso tem dinamizado novamente o setor do comércio exterior. Recebi da Fiec um relatório mostrando que as medidas fizeram efeito e mantiveram o crescimento das exportações cearenses”, ressaltou Fabrízio Gomes.

O redirecionamento do comércio internacional abriu espaço para que o Ceará consolidasse novas rotas comerciais com China, Vietnã e Índia, ampliando a presença de produtos locais e fortalecendo a economia estadual.

Com uma política fiscal ativa e o fortalecimento logístico do Complexo do Pecém, o Ceará transformou o impacto global do tarifaço em oportunidade de expansão.

Segundo o titular, o Estado segue ganhando relevância no eixo Ásia-América Latina e se firma como referência nacional em gestão econômica voltada à exportação e inovação industrial.