A Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) e o Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec) assinam um Termo Aditivo ao Contrato de Gestão nº 01/2024, com o objetivo de criar o primeiro cluster halal de exportação de caprinos e ovinos no Brasil.
A iniciativa visa atender à rigorosa demanda do mercado islâmico, abrindo novas e importantes portas para o setor produtivo cearense.
AÇÕES DO PROJETO
O Termo Aditivo apoia a manutenção da Área Livre de Pragas (ALP) pela Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri) e prevê a prospecção de ampliação dessa área, a operacionalização de 11 barreiras zoofitosanitárias e a capacitação de técnicos e produtores rurais.
Além disso, o projeto inclui a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), componente essencial do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA) do Ministério da Agricultura.
MARCO PARA A ECONOMIA DO ESTADO
O secretário da SDE, Domingos Filho, ressalta a importância da iniciativa, classificando-a como um marco para a economia do Estado.
“Vivemos um momento de profunda relevância para a economia do Ceará, pois concretiza uma visão estratégica do governador Elmano de Freitas, de transformar nossas políticas públicas em resultados efetivos para o nosso agronegócio”, afirma Domingos Filho.
O secretário destacou o caráter transformador da política pública e a importância da parceria entre os órgãos envolvidos. Para ele, a iniciativa é um movimento de revolução no setor de caprinos e ovinos no Ceará.
“Com o apoio técnico do Centec e a colaboração essencial da Adagri e dos produtores rurais, estamos dando o primeiro e mais importante passo para a criação do primeiro cluster de exportação para o Islã de caprinos e ovinos no Brasil, em nosso Estado”, afirmou o secretário.
Segundo Domingos Filho, a conquista representa mais um avanço significativo para o desenvolvimento econômico do Ceará, fruto do trabalho conjunto do Governo do Estado, por meio da SDE, Centec e Adagri.
“O cluster halal promete potencializar a competitividade do agronegócio cearense no mercado global, com foco especial nos países muçulmanos”, conclui o titular da pasta.
