Menu

Fortaleza entregou 2.800 carteiras para pessoas com TEA até julho de 2025

Inauguração de sala de cuidado a pessoas com TEA, na Regional 3. Foto: Divulgação/Cegor

A Prefeitura de Fortaleza, até o último mês de julho, entregou 2.800 Carteiras de Identificação Digital da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) desde o início do ano. A informação é da primeira-dama Cristiane Leitão nesta terça-feira (16), durante a inauguração de uma sala de cuidado a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Regional 3.

Ainda conforme Cristiane, durante todo o ano de 2024, nenhuma carteira foi entregue. A Ciptea foi criada por uma Lei Federal de 2020 e regulamentada pelo Ceará após a assinatura de um Decreto Estadual em 2022.

A carteira pode ser solicitada online ou presencialmente nas Secretarias Regionais. O documento garante mais facilidade no acesso a direitos previstos em lei, como gratuidades e prioridade no atendimento em serviços públicos.

De acordo com a primeira-dama, a gestão do prefeito Evandro Leitão (PT) é um governo que “olha para as pessoas”.

SALA DE ACOLHIMENTO

A Sala de Acolhimento inaugurada na Regional 3 faz parte da Rede Girassol, que inclui ainda um Centro de Diagnóstico com equipe multidisciplinar e o Espaço Girassol, principal equipamento da rede.

Ainda segundo Cristiane Leitão, serão realizadas políticas para a capacitação dos servidores, que, posteriormente, farão o trabalho de instruir a população sobre a inclusão de pessoas com TEA e de pessoas com deficiência (PCDs).

“É importante sensibilizar todas as pessoas. As pessoas com deficiência precisam ser respeitadas e incluídas em todos os espaços. Para isso, precisamos sensibilizar todos, pois há muito tempo essas pessoas estavam na invisibilidade”, acrescentou.

Na Rede Girassol, o primeiro passo é realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no centro de diagnóstico, em que são recebidas as famílias atípicas para que a equipe multidisciplinar realize o atendimento inicial da população. No espaço, estão incluídos profissionais como:

  • Neuropediatras;
  • Neurologistas;
  • Psicólogos;
  • Psiquiatras;
  • Fonoaudiólogos;
  • Fisioterapeutas;
  • Terapeutas ocupacionais.

Após o diagnóstico, o atendimento segue para os Centros Girassóis, também no modelo multidisciplinar. Será uma unidade por cada Regional, ou seja, 12 no total.