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Sarto participa de Café da Oposição na Alece e destaca objetivo de unir a oposição para 2026

Ex-prefeito de Fortaleza, José Sarto, ao lado de deputados da oposição nesta quarta-feira (9). Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ex-prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), participou nesta quarta-feira (9) do Café da Oposição na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece). Na ocasião, o ex-gestor ressaltou a importância de deixar os desentendimentos de lado para, nas eleições de 2026, a oposição estar unida com o objetivo de vencer o pleito contra o governador Elmano de Freitas (PT), que vai tentar a reeleição.

A conversa ocorreu no gabinete do deputado estadual Cláudio Pinho (PDT), e contou com as presenças de outros quatro parlamentares: Antônio Henrique (PDT), Sargento Reginauro (União Brasil), Felipe Mota (União Brasil) e Heitor Férrer (União Brasil).

Questionado sobre a aliança do grupo do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) – ao qual faz parte – com o bolsonarista André Fernandes (PL) e o ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), Sarto afirmou que é preciso colocar as divergências pessoais de lado. “Se eu ficar olhando pelo retrovisor, vou ficar vendo críticas que me foram feitas ou que eu fiz, aí eu esqueço do Estado do Ceará”, disse.

“E o Estado do Ceará não suporta mais essa hegemonia, veja a dívida do Estado hoje, veja o que acontece no Brasil todo. Precisamos construir consenso”, acrescentou.

De acordo com ele, a oposição tem se reunido sistematicamente, com o objetivo de construir o consenso. Nessas conversas, participam nomes como Ciro, Wagner, André Fernandes e o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB).

Para 2026, Sarto é pré-candidato a deputado federal. Sua posição no grupo de oposição, no entanto, depende também do partido ao qual vai se filiar. Enquanto Ciro está com caminho pavimentado para o PSDB – o que pode influenciar na decisão do hoje pedetista -, o também ex-prefeito da capital cearense, Roberto Cláudio, vai migrar para o União Brasil.

O ex-chefe do Executivo confirmou que, caso o PDT siga no alinhamento ao PT – tanto no âmbito municipal, com Evandro Leitão, como no âmbito estadual, com Elmano de Freitas -, cogita mudar de partido. “Se o PDT continuar sendo um puxadinho do PT, nossa ideia é, no tempo devido, conversar e estudar com as pessoas que conversamos”, completou.