A nova secretária municipal de Saúde de Fortaleza, Riane Azevedo, afirmou que um dos principais objetivos da pasta, neste primeiro momento de sua gestão, será a regularização da distribuição dos medicamentos. Em apresentação aos servidores da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), ela destacou que está sendo realizado um diagnóstico da rede de saúde fortalezense, e que quer trabalhar em três eixos: observação da estrutura física dos equipamentos da Prefeitura, a qualidade do atendimento nas unidades e a regularização do abastecimento de medicamentos, que, segundo ela, “já está quase normalizada”.
Já na próxima semana, como afirmou a titular da SMS, será realizada uma reunião com o Ministério da Saúde. “Além disso, já temos uma equipe fazendo avaliações dos principais problemas. Queremos também avançar em projetos estratégicos, como a informatização das unidades, a modernização dos exames de imagem e a integração dos prontuários entre os postos de saúde e os hospitais da rede”, destacou Riane.
A troca no comando da pasta, anunciada pelo prefeito Evandro Leitão (PT), ocorreu na última terça-feira (20), após a exoneração de Socorro Martins, em meio a críticas sobre a falta de medicamentos na saúde de Fortaleza. Já na terça, em seu primeiro dia no comando da SMS, Riane participou de uma primeira reunião de alinhamento com a equipe da gestão. A secretária, desde o início do ano, estava à frente do Instituto Doutor José Frota (IJF), maior hospital da rede pública municipal.
“Com a saída da dra. Socorro Martins, a quem agradecemos por toda sua contribuição, tomamos a decisão de convidar a dra. Riane, que, em cinco meses, mostrou um trabalho de excelência à frente do IJF, reestruturando a unidade e restabelecendo sua operação de forma eficiente”, disse o prefeito.
O chefe do Executivo comentou ainda as prioridades da saúde municipal elencadas pela gestão. “Já tivemos nossa primeira reunião para montarmos uma estratégia de ação. Nosso principal objetivo é fortalecer a atenção primária, cuidando dos postos de saúde e dos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), sem deixar de lado a atenção secundária e terciária, como o avanço nas reformas dos hospitais Nossa Senhora da Conceição, IJF e das policlínicas”, concluiu.
