Durante a manhã desta terça-feira (13), o governador Elmano de Freitas (PT) promoveu um evento de assinatura do aditivo contratual do Programa Minha Casa, Minha Vida, referente ao Residencial Conjunto Palmeiras, que beneficiará 200 famílias com a casa própria. Em seu discurso, o chefe do executivo do Estado fez duras críticas ao projeto Casa Verde e Amarela, lançado em agosto de 2020 durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, com o objetivo de substituir o programa Minha Casa, Minha Vida.
Segundo Elmano, o programa se limitou a uma mudança de nome e teve pouca efetividade na entrega de moradias, especialmente no Ceará. O governador destacou que, com o retorno do presidente Lula ao poder, a política habitacional voltou a ser prioridade. A fala foi direcionada aos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida, retomado pela atual gestão federal com foco em ampliar o acesso à moradia digna para as famílias de baixa renda.
“Nós passamos quatro anos antes do Lula ouvindo falar de uma tal Casa Verde e Amarela, que a única coisa que aconteceu foi o nome, porque casa mesmo não tem uma construída no Estado do Ceará. E não tem quase nenhuma construída no Brasil. Eu estou dizendo isso para quem é beneneficiário. Para a gente ter a consciência de que, quando o Lula chega, é a vez da habitação no Brasil”, reforçou.
Realizado na sede da Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag), no Cambeba, a solenidade de assinatura contou com a presença do prefeito Evandro Leitão (PT), do secretário Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Henrique Alves, e outras figuras importantes.
A iniciativa visa reduzir o déficit habitacional no Ceará, promovendo a aquisição da casa própria para fortalezenses com renda familiar de até R$ 2.850.
