O presidente Lula (PT) embarcou, na noite desta quinta-feira (24), para Roma. O chefe do Executivo nacional participa, ao lado de comitiva formada por autoridades políticas dos três poderes, do funeral do Papa Francisco, marcado para sábado (26). Além da primeira-dama, Janja da Silva, um grupo de 18 nomes, entre eles, quatro ministros e 12 parlamentares, participa da comitiva presidencial. O deputado federal Luiz Gastão, presidente da Frente Católica na Câmara, foi o cearense convidado para a solenidade.
O funeral de Francisco será realizado a partir das 10h (horário local), na Basílica de São Pedro, na Missa Exequial. Após a cerimônia, o caixão será levado para a Basílica de Santa Maria Maior, onde o corpo do pontífice será sepultado, conforme pedido.
Ministros e parlamentares que irão acompanhar Lula ao funeral do Papa Francisco, em Roma:
- Ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal;
- Embaixador Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;
- Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública;
- Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar;
- Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos e Cidadania;
- Senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional;
- Deputado federal Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados;
- Senador Renan Calheiros;
- Senadora Leila Barros;
- Senadora Soraya Thronicke;
- Deputado federal Luis Tibé;
- Deputado federal Odair Cunha;
- Deputado federal Padre João;
- Deputado federal Reimont;
- Deputado federal Luiz Gastão;
- Deputado federal Dagoberto Nogueira;
- Deputada federal Professora Goreth;
- Embaixador Celso Amorim, chefe da Assessoria Especial da Presidência da República.
Ao final da celebração eucarística, ocorrerão os ritos da Última Commendatio e da Valedictio, despedidas solenes que marcam o encerramento das exéquias. Diversos chefes de Estado e de governo do mundo já anunciaram oficialmente a presença para prestar homenagem ao pontífice falecido na última segunda-feira (25).
No Brasil, o presidente Lula decretou luto oficial de sete dias pela morte do papa, ressaltando o papel do pontífice na luta pela paz mundial, na propagação do amor, no combate à intolerância e às desigualdades.
