O secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Chagas Vieira, interrompeu a agenda oficial da pasta, na quinta-feira (10), para, nas redes sociais, desmentir opositores que afirmaram que o Hospital Martiniano de Alencar (antigo Hospital da Polícia) seria fechado. Na quarta (9), o gestor rebateu a mentira espalhada sobre o encerramento dos trabalhos da maternidade do Hospital Geral Doutor César Cals (HGCC). “Nós provamos que era mentira”, disse.
“Agora, como ele não convenceram, eles estão com uma outra mentira. É dizer que o Governo do Estado vai estar fechando as portas, pra população, do Hospital Martiniano de Alencar. Isso não é Verdade! [O Governo do Estado] não vai reduzir um serviço sequer do Hospital Martiniano de Alencar”, acreescentou Chagas Vieira.
Acompanhado da secretária da Saúde, Tânia Mara Coelho, o titular da Casa Civil destacou que as reuniões sobre os serviços dos hospitais do Estado sempre são acompanhadas por um representante do Ministério Público (MPCE). Segundo Chagas Vieira, o Hospital Martiniano de Alencar foi fundado em 1939, ficando 72 anos sob a gestão da Polícia Militar (PMCE), no entanto, em 2011, passou a ser gerido 100% pelo Governo do Estado.
Chagas Vieira explicou que a unidade de saúde estadual, após não ser mais gerida pela PMCE, passou a fazer atendimento à população em geral, principalmente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Como ficou constatado que a tropa necessita de tratamento e atendimento específico, o governador Elmano de Freitas (PT), após reuniões com Tânia Mara Coelho, Chagas Vieira e com o MPCE, optou por devolver o gerenciamento à PMCE.
“Por favor, vocês parem de espalhar mentiras. Como que a gente está reduzindo atendimento se recentemente o governador Elmano abriu um hospital com 832 leitos, um dos maiores hospitais públicos do Brasil. Ainda ampliamos os hospitais do sertão central, em Quixeramobim e agora está sendo construído de Crateús, depois vai ser o de Baturité, Hospital regional de Iguatu. Agora, nós precisamos reconhecer o trabalho da nossa polícia, valorizar as nossas forças de segurança, que colocam a vida em risco todo dia, pra nos defender e que pela singularidade dessa profissão tão arriscada, merecem um tratamento específico, com mais segurança, para que eles possam continuar defendendo nossa população todos os dias”, concluiu Chagas Vieira.
