A deputada federal Luizianne Lins (PT) foi lançada como pré-candidata para o Senado Federal. Nesta segunda-feira (7), em reunião do Campo de Esquerda, corrente que a ex-prefeita de Fortaleza lidera no Estado, aliados e aliadas da petista anunciaram o seu nome para a disputa por uma das duas vagas na chapa governista para a Câmara Alta do Congresso Nacional. Luizianne se junta a pelo menos outros seis nomes já colocados para a disputa, incluindo o seu correligionário e colega de parlamento, José Guimarães (PT).
Sobre uma possível candidatura ao Senado, Luizianne afirmou que “ninguém pode fugir às tarefas que coletivamente estão colocadas”. Ela ressaltou, no entanto, que ainda é necessário fazer a discussão dentro e fora do partido.
O encontro foi organizado com o objetivo de definir as candidaturas da corrente de Luizianne para as presidências da legenda no Ceará e em Fortaleza, no Processo de Eleição Direta (PED) do PT. Os nomes lançados foram das vereadoras Adriana Almeida, para a estadual, e Mari Lacerda, para a Municipal.
DISPUTA PARA O SENADO
Além de Luizianne, são colocados como possíveis candidatos o senador Cid Gomes (PSB), os também deputados federais José Guimarães, Eunício Oliveira (MDB) e Júnior Mano (PSB), o ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), Romeu Aldigueri (PSB), e, recentemente, tem se falado no nome do secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, também como um possível postulante.
O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), principal líder do grupo governista, já defendeu a candidatura de Guimarães, que, por sua vez, se coloca como pré-candidato ao Senado desde o ano passado. Os dois petistas, aliás, se encontraram nesta segunda, rechaçando possíveis rusgas entre eles. Outro forte líder do grupo, o já senador Cid Gomes – que poderia concorrer à reeleição – segue afirmando não ter interesse em colocar seu nome na disputa. O ex-governador do Estado, no seu lugar, defende a candidatura de seu correligionário Júnior Mano, com quem fez acordo ainda antes do deputado federal migrar para o partido que Cid lidera no Ceará.
