A Polícia Federal (PF) indiciou dois diretores do Instituto de Previdência de Maracanaú (IPM) por crimes financeiros. A investigação aponta indícios de aplicação irregular de recursos no montante de R$ 3,7 milhões, segundo a PF, por gestão temerária e formalização de documentos fraudulentos. Por ordem da Justiça Federal, os dois foram afastados da gestão do instituto. As penas, somadas, podem ultrapassar 21 anos de prisão.
Foi identificado um prejuízo superior a R$ 3,2 milhões do fundo que garante benefícios previdenciários a servidores públicos do Município. O afastamento dos diretores ocorreu após determinação da 27ª Vara da Justiça Federal no Ceará. Na decisão, eles ficaram proibidos de acessar as dependências do IPM Maracanaú, bem como de manter contato com os demais dirigentes. As investigações foram concluídas em janeiro de 2025.
