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Projeto Maranguape em Cena abre inscrições para formação e produção audiovisual

Estão abertas as inscrições para o programa de formação, produção e difusão audiovisual do projeto Maranguape em Cena. A iniciativa é uma realização do Instituto Assum Preto, e busca oferecer um curso para a criação de documentários, destinado a alunos e professores das redes pública e privada de ensino, além de artistas e profissionais do audiovisual residentes no Município. Maranguape fica localizado na Região Metropolitana de Fortaleza.

As aulas começam ainda em fevereiro, no distrito Itapebussu, do dia 15 ao dia 25. Em Cachoeira, começam no dia 22, seguindo até 8 de março. No próximo mês, a formação acontece em Amanari e Sapupara, chegando à sede de Maranguape em maio.

“Pensando na relação entre teoria e prática, contaremos com um Laboratório de Produção Audiovisual, por meio do qual os participantes são incentivados a produzir 10 documentários de curta duração (até cinco minutos). Os filmes terão como ponto de partida elementos da cultura e da história de Maranguape e serão exibidos ao final do projeto em sessões itinerantes pelo Município”, explicou o coordenador do projeto, Adriano Souza.

As inscrições são gratuitas e já estão abertas para Itapebussu e são feitas por meio de preenchimento de formulário on-line. São 150 vagas do total, 25 alunos por turma, das quais, no mínimo, 50 serão reservadas para pessoas com deficiência motora, visual ou auditiva, além de pessoas negras, indígenas e integrantes da comunidade LGBTQIA+.

O CURSO

O percurso formativo tem duração de três meses, totalizando 200 horas/aula e se estrutura em três eixos principais: Introdução à Produção Audiovisual e Roteiro; Captação de Imagens e Áudio; Edição e Finalização Audiovisual.

Os documentários produzidos devem enfocar a cultura, a paisagem local e a integração dos saberes e fazeres, bem como os lugares, histórias, costumes e tradições maranguapenses. Os locais de exibição dos filmes vão ser definidos pela Secretaria de Cultura de Maranguape, contemplando bairros periféricos e comunidades rurais. Visando à acessibilidade, todo o material produzido durante o curso irá contar com intérprete de Libras e audiodescrição.

O projeto é promovido pela Prefeitura Municipal de Maranguape, por meio da Fundação Viva Maranguape de Turismo, Esporte e Cultura (Fitec), com o apoio da Lei Paulo Gustavo e do Ministério da Cultura (Minc). A produção fica a cargo do Instituto Assum Preto de Arte, Cultura, Cidadania e Meio Ambiente de Senador Pompeu.