Durante a entrega do Selo Unicef aos municípios que se destacaram nas políticas públicas de atenção à infância, Jade disse ter orgulho de o Estado possuir uma “secretária trabalhadora” e “dedicada” como Onélia, lembrando que a ex-primeira-dama é, atualmente, secretária de Proteção Social do Ceará. “16 anos na vida pública, doutorado, e ela é uma das maiores responsáveis por estarmos celebrando os avanços do estado do Ceará para as nossas crianças e nossos adolescentes”, disse.
“Esteve há muito tempo à frente dessa política enquanto primeira-dama e enquanto secretária da proteção social”, ressaltou a vice-governadora.
A emedebista continuou sua fala, afirmando que as mulheres têm que trabalhar mais do que os homens para provarem que são capazes de estar nos mesmos locais que eles. “Portanto, mande aqui nosso abraço carinhoso para a Onélia, que é uma grande mulher e que tem a sua história própria construída com muito suor e muita dedicação a esse Estado”, completou.
A INDICAÇÃO
Com um salário de quase R$ 40 mil, o cargo para o TCE é vitalício. A indicação de conselheiros exige critérios como possuir a idade entre 35 e 65 anos, possuir reputação ilibada, notório conhecimento técnico e comprovar mais de 10 anos de experiência na área jurídica, econômica, financeira, contábil ou de administração pública.
Até o momento, 40 deputados estaduais assinaram a indicação de Onélia. Segundo o deputado estadual Romeu Aldigueri (PDT), líder do Governo na Assembleia, a indicação “sobrepõe qualquer questão político-partidária” e representa a primeira vez em que o TCE vai ter três mulheres, com paridade de gênero. “O currículo de Onélia Santana é muito mais do que o seu doutorado em Saúde Pública, MBA em Gestão Pública, é sua história de vida e os cargos que já ocupou”, acrescentou. “Parabenizar todos que assinaram e que dão a oportunidade de colocar mais uma mulher de conduta ilibada no TCE”, completou.
Dos 46 deputados do Legislativo cearense, apenas Alcides Fernandes (PL), Carmelo Neto (PL), Dra. Silvana (PL), Felipe Mota (União Brasil), Sargento Reginauro (União Brasil) e Queiroz Filho (PDT) não assinaram.
