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Dados sobre medicamentos do IJF devem ser divulgados para equipe de Evandro até sexta-feira (6)

Gabriella Aguiar, em visita ao IJF nesta terça-feira (3). Foto: Divulgação

A vice-prefeita eleita de Fortaleza, Gabriella Aguiar (PSD), realizou, nesta terça-feira (3), visita ao Instituto José Frota (IJF), maior hospital de urgência e emergência da Prefeitura e que passa por uma crise de abastecimento de medicamentos e insumos. Segundo ela, após judicialização, a equipe de transição do prefeito José Sarto (PDT) deve divulgar os dados sobre os medicamentos até sexta-feira (6). Em relação aos déficits, o prazo estabelecido foi a próxima terça-feira (10).

“Conversamos com Fernando Oliveira [procurador-geral do município], e ele ficou de nos dar dados fundamentais para a tomada de decisão, como os insumos que estão sendo ofertados pelos fornecedores, datas, prazos, déficits a pagar, para que a gente saiba em janeiro como agir e fazer uma força tarefa para trazer o IJF para a excelência que a gente merece”, detalhou Gabriella.

A visita ao IJF durou cerca de duas horas, com três componentes da comissão de transição pelo mandato eleito e três componentes da atual gestão, incluindo o superintendente da unidade, José Maria Sampaio Menezes Júnior. Na ocasião, foram alinhados os dados que ainda precisam ser repassados para a nova gestão.

Nos últimos dias, o prefeito eleito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), tem feito críticas à gestão do prefeito Sarto e à condução da equipe de transição do pedetista em relação a supostas faltas de transparência. Gabriella, que coordena a equipe de transição de Evandro, afirmou existir dificuldade para obter dados da atual gestão. “Nas reuniões temáticas, os secretários nos apresentam as conquistas que eles avaliam da sua gestão. O que nós queremos são os principais desafios dos primeiros 100 dias”, disse, detalhando existir uma certa “falta de comunicação” entre as duas equipes.

Ainda sobre a dificuldade de receber as informações por parte do atual governo, a peessedista lembrou que é possível conversar com os servidores para entender a atual situação. A maior preocupação, segundo ela, é com a situação dos medicamentos, dos insumos e as escalas que precisam ser preenchidas.