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Ceará gera 9,5 mil empregos em setembro e chega a 100 mil vagas formais na gestão Elmano

A reunião de hoje, conforme destacou o governador Elmano de Freitas, foi para garantir condições necessárias para a ampliação. Foto: Governo do Estado do Ceará/Divulgação

O Ceará ultrapassou a marca de 100 mil novos empregos gerados na gestão Elmano de Freitas (PT), iniciada em 2023. Em setembro deste ano, o Estado registrou a criação de 9.522 novos postos de trabalho formais, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado nesta quarta-feira (30). “Com o resultado, antes de concluir o segundo ano de governo, o Estado já acumula a marca de 106.923 vagas”, celebrou o governador.

“Em 21 meses, ultrapassamos a marca de 100 mil vagas de emprego criadas no Ceará. Isso é um número que nos enche de orgulho, porque representa milhares de famílias podendo viver com mais dignidade e sonhar com um futuro melhor. Ao mesmo tempo, isso movimenta a economia. Vamos continuar trabalhando para atrair novos negócios, facilitar a expansão dos que já existem e promover mais qualificação ao nosso povo”, afirmou.

Considerando o acumulado do ano, o Ceará registrou a criação de 54.728 novos empregos formais, superando, ainda em setembro, todo o ano de 2023, que foi de 52.195.

SETORES

Neste ano, a geração dos novos empregos cearenses decorreu especialmente do maior volume de oportunidades de trabalho geradas nos serviços, com 27.898 vagas ocupadas, seguido pela indústria (13.939), construção civil (6.050) e comércio (5.242). Para o secretário do Trabalho em exercício, Renan Ridley, o resultado é uma importante marca para a gestão e precisa ser comemorada. Já em relação ao salário médio de admissão com relação a setembro, o Ceará destaca-se como o segundo maior do Nordeste, com média de R$ 1.891,81, atrás somente da Bahia (R$1.935,52). O resultado está acima da média da região Nordeste, que ficou em R$ 1.852,97.

Os municípios com a maior geração de empregos são Fortaleza (29.067), Juazeiro do Norte (2.556), Sobral (2.311) Maracanaú (2.205) e Horizonte (2.082). “Em relação às contratações de 2024, as ocupações foram preenchidas principalmente pelos jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que ficaram com 38.499 dos empregos gerados. Já em relação ao grau de instrução, as vagas foram ocupadas principalmente pelos trabalhadores com ensino médio completo”, aponta o presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Raimundo Angelo.

BRASIL

A criação de emprego formal subiu em todo o País em setembro, com 247.818 postos de trabalho com carteira assinada abertos. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. A criação de empregos subiu 21,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em setembro de 2023, haviam sido criados 204.670 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Já nos nove primeiros meses deste ano, foram abertas 1.981.557 vagas, resultado 24% mais alto que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. O resultado acumulado é o maior desde 2022, quando haviam sido criados 2.181.100 postos de trabalho de janeiro a setembro.

REGIÕES

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro, conforme o Caged. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 98.282 postos a mais, seguido pelo Nordeste, com 77.175 postos. Em seguida, vem o Sul, com 38.140 postos. O Norte abriu 15.609 postos de trabalho e o Centro-Oeste criou 15.362 vagas formais no mês passado, tendo o menor desempenho por causa do fim da safra. Na divisão por unidades da Federação, todas registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+57.067 postos), Rio de Janeiro (+19.740) e Pernambuco (+17.851). Os números mais baixos de abertura de vagas foram registrados em Rondônia (+599), em Roraima (+729) e no Acre (+955).