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Polícia prendeu mais de 220 suspeitos de furto, roubo e receptação de fios no primeiro semestre

Entre janeiro e junho de 2024, as Forças de Segurança do Ceará capturaram 226 pessoas suspeitas de furto, roubo ou receptação de cabos e fios elétricos e ópticos em todo o Estado. Os dados representam um aumento de 6,1% no número de presos no mesmo período do ano passado, quando foram capturadas 213 pessoas. Em Fortaleza, foram presa 158 pessoas de janeiro a julho, um acréscimo de 22,48% em comparação às prisões no mesmo período de 2023, que totalizaram 129 pessoas. Nos 10 primeiros dias deste mês, 18 pessoas foram presas pelo mesmo tipo crime no Ceará, representando a metade das capturas efetuadas em julho do ano passado, quando foram efetuadas 36 prisões.

Os dados foram compilados pela Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS).

As ações das Forças de Segurança que resultaram nessas capturas contam com o uso de tecnologias da SSPDS, como o Sistema Agilis, que auxilia nas ações policiais por meio de inteligência artificial aliada às câmeras de videomonitoramento, e o Núcleo de Videomonitoramento (Nuvid) da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), que atua no acompanhamento em tempo real das ocorrências.

INTEGRAÇÃO E PARCERIAS

A SSPDS destaca que, além do trabalho ostensivo da Polícia Militar (PMCE), as Forças de Segurança, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC) realizam constantes fiscalizações em sucatas para verificar a existência da prática de receptação desse tipo de material, bem como operações para cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão.

Apesar do trabalho proativo das Forças de Segurança, a SSPDS ressalta que é importante que os responsáveis pelos fios registrem a ocorrência em qualquer delegacia da PCCE. O boletim de ocorrência (BO) auxilia os trabalhos policiais. A pasta lembra que o furto ou roubo de cabos, fios elétricos ou de telecomunicações atenta contra a segurança e o funcionamento de serviços de utilidade pública, além do crime de receptação, quando os materiais são comercializados clandestinamente a terceiros.