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Eletrobrás prevê mais de 4 mil empregos para implantação de linhas de transmissão no Ceará

O Governo do Ceará e a Eletrobrás, empresa de capital aberto responsável por coordenar as companhias do setor elétrico no Brasil, realizaram nesta quinta-feira (2) uma reunião no Palácio da Abolição. A empresa deve investir R$ 2,2 bilhões em linhas de transmissão no Ceará, com início previsto para janeiro de 2026. Durante a discussão, a Eletrobrás divulgou previsão para geração de 4.465 empregos durante as obras para a implantação de novas linhas de transmissão, com a possibilidade de mais de 60% serem destinados à população local.

“Temos investimentos em locação de equipamentos, estamos prevendo, no pico da obra, mais de mil equipamentos locados. Temos também a locação de imóveis, o fornecimento de refeições, que estamos prevendo mais de 2,5 milhões de refeições fornecidas, e é sempre uma contratação local”, destacou Carlos Tibúrcio, gerente-executivo de suprimentos da Eletrobrás.

Ainda durante a reunião, foi discutida ainda a possibilidade de incentivos tributários visando o fortalecimento da empresa no Ceará. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Salmito Filho (PDT), ressaltou alguns pontos abordados na reunião e a importância de momentos como estes para um “bom alinhamento” entre o Executivo e a empresa. “Nesta primeira reunião, fomos definindo cada um dos pontos de investimento que interessam ao Estado, como a geração de emprego e renda, [pontos] no licenciamento ambiental, na agenda tributária, e definindo as melhores interlocuções para colaborar, contribuir e agilizar que esses investimentos possam iniciar o quanto antes”, explicou.

Segundo o titular da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico (SDE), a partir do investimento, haverá uma solicitação do governador Elmano de Freitas (PT) para que a Eletrobrás priorize a geração de emprego para pessoas locais, dos municípios onde tais investimentos acontecerão. A reunião contou ainda com a presença dos secretários da Fazenda, Fabrízio Gomes; da Infraestrutura, Antonio Nei; do presidente do Complexo Portuário e Industrial do Pecém (CIPP), Hugo Figueiredo; e demais autoridades.