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Netim Morais, prefeito de Bela Cruz, se filia ao PSB em ato ao lado de Cid

Netim Morais (centro), prefeito de Bela Cruz, em ato de filiação ao PSB. Foto: Reprodução/Redes Sociais

O prefeito Netim Morais, do município de Bela Cruz, na Região do Litoral Norte do Ceará, se filiou ao PSB em evento realizado na cidade nesta quinta-feira (28). A filiação do gestor já havia sido anunciada anteriormente. Na ocasião, o ato contou com as presenças de agentes políticos como o senador Cid Gomes (PSB), lideranças do Litoral Norte, como o deputado federal Robério Monteiro (PDT) e o deputado estadual Sérgio Aguiar (PDT), e lideranças locais. Netim deve concorrer à reeleição neste ano de 2024.

O gestor, em suas redes sociais, comentou o momento e afirmou que se tratou de “mais do que uma simples formalidade”.

“A filiação partidária é um ato de compromisso e responsabilidade cívica, que nos desafia a sermos agentes ativos na construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva”, escreveu.

O prefeito agradeceu aos presentes. “Juntos, estamos dando um passo importante na construção de um futuro melhor para nossa amada Bela Cruz”, destacou ele, ressaltando ainda que, na ocasião, vereadores e lideranças locais também integraram o quadro do partido. “Projeto que segue em busca de uma Bela Cruz mais justa e igualitária”, afirmou.

LITORAL NORTE EM DISPUTA DE INTEGRANTES DO MESMO GRUPO POLÍTICO

O Litoral Norte tem dois fortes representantes que integram o mesmo grupo político na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece). Além de Sérgio Aguiar, o líder do Governo Elmano, Romeu Aldigueri (PDT), também tem força na Região. No último mês de fevereiro, o OPINIÃO CE ouviu os dois parlamentares, que citaram em quais municípios pretendem eleger aliados. Cinco cidades foram citadas pelos dois deputados estaduais: Chaval, Barroquinha, Camocim, Martinópole e Frecheirinha. 

Conforme Aguiar, nas Eleições de 2024, os dois irão atuar “cada um por si” para tentar eleger o máximo de aliados políticos. Aldigueri concorda com o seu correligionário. “Isso é da democracia. Ele vai apoiar os candidatos dele e eu vou apoiar os meus. Isso é normal. Daí, o povo escolhe quem elege”, afirmou.