A Prefeitura de Fortaleza, em parceria com a gestão municipal de Maracanaú, uma ação em conjunto de combate ao mosquito Aedes Aegypti, impedindo o avanço de casos de dengue, zika e chikungunya na região. A ação acontece nesta terça-feira (27).
A partir das 10 horas, equipes de endemias estarão na Lagoa do Mingau, situada na Bacia do Cocó, entre os municípios de Fortaleza e Maracanaú, para dar início ao trabalho de evitar a proliferação do mosquito. A atividade busca beneficiar os bairros de Fortaleza próximos de Maracanaú, como Siqueira, Canindezinho, Parque Presidente Vargas, Aracapé, Planalto Ayrton Senna e José Walter. Dessa forma, as ações realizadas nesta terça-feira beneficiará 21 mil pessoas. Em publicação nas redes sociais, o prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), anuncia que, em breve, será realizada parceria com o município de Caucaia.
“As atividades também beneficiarão os bairros de Fortaleza limítrofes com Maracanaú: Siqueira, Canindezinho, Parque Presidente Vargas, Aracapé, Planalto Ayrton Senna e José Walter serão contemplados. Mais de 21 mil fortalezenses serão beneficiados. “E, em breve, a operação será realizada também em parceria com o município de Caucaia. Mais uma demonstração do nosso compromisso com a saúde da nossa gente”, escreveu Sarto.
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CENÁRIO DIFERENTE
Diferente de outras cidades brasileiras, como Minas Gerais, Brasília e Goiás, que possuem números altos de casos de dengue, Fortaleza está com cenário relativamente controlado, com 59 casos confirmados, como mostram dados do IntegraSUS atualizados nesta segunda-feira (26). A capital cearense não sofre processos de epidemias por dengue desde 2012, quando chegou a ser líder em casos no Brasil, contabilizando 39.050 confirmações. A Vigilância em Saúde de Fortaleza alerta, no entanto, que, apesar do cenário otimista, a população não deve relaxar no combate à doença.
Sobre o contexto de Fortaleza, nas redes sociais, o prefeito Sarto afirma que a prefeitura está trabalhando em combate ao mosquito.
“Fortaleza tem feito um belo trabalho no enfrentamento do mosquito Aedes aegypti, um esforço que tem sido fundamental para os baixos índices de arboviroses registrados aqui. Pra vocês terem uma ideia, já estamos há 11 anos sem picos epidêmicos de dengue. E não podemos baixar a guarda! O trabalho continua firme e depende do engajamento de toda a população.”
