Na comparação entre os meses de novembro de 2022 e de 2023, o Ceará registrou um aumento de 8% no volume de vendas do comércio varejista. O Estado, dentre as 27 Unidades da Federação (UF), aparece na terceira posição do Brasil, atrás apenas de Espírito Santo (12,4%) e Maranhão (11,7%). Os dados, divulgados nesta quarta-feira (17), são de pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Ceará também teve destaque positivo no comércio varejista ampliado, que engloba o comércio de automóveis e materiais de construção. O Estado aparece com um crescimento de 12,4% no tipo de varejo, também na terceira posição, atrás de Maranhão (17%) e Espírito Santo (15,7%). Neste modelo, além de todos os bens básicos, os “não-duráveis” e “semi-duráveis” – inclusos também no tipo restrito -, estão os bens duráveis, como veículos e materiais de construção.
ÍNDICES NACIONAIS
Já em âmbito nacional, o volume de vendas no varejo restrito cresceu 2,2% na comparação entre novembro de 2022 e novembro de 2023. Conforme o levantamento, esta foi a sexta variação positiva consecutiva. Já no comércio de vendas ampliado, a variação foi um pouco menor, mas ainda positiva, com 1,3% no período. Conforme a pesquisa, cinco setores do varejo apresentaram resultados positivos na comparação. São eles:
- Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com 18,1%;
- Tecidos, vestuário e calçados, com 6,1%;
- Móveis e eletrodomésticos, 5,2%;
- Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com 5,0%;
- Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com 4,1%.
No entanto, três atividades apresentaram queda no período:
- Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com -5,9%;
- Livros, jornais, revistas e papelaria, com -5,3%;
- Combustíveis e lubrificantes, com -1,7%.
Já no ampliado, a atividade de Veículos e motos, partes e peças teve alta de 16,9% nas vendas frente a novembro de 2022, sétima alta consecutiva e a quarta no período a apresentar resultados com dois dígitos de variação. Anteriormente ao índice, foram registrados crescimentos de 1,5% em maio, 17,8% em junho, 9,8% em julho, 11,0% em agosto, 9,1% em setembro e 10,6% em outubro do ano passado. O grupo de Material de construção cresceu 1,1% na comparação com novembro de 2022, segunda alta consecutiva após oito meses seguidos de resultados negativos no indicador interanual.
