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Fortaleza tem redução de 13,2% nas mortes por crimes violentos em 2023

Foto: Divulgação/Thiago Gaspar

Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), os Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) diminuíram 13,2% em Fortaleza no ano de 2023, em comparação a 2022. Entre janeiro e dezembro de 2023, a capital cearense registrou 738 mortes violentas, contra 850 registros em 2022. Os dados foram gerados pela Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), órgão da SSPDS.

Os dados apontam, ainda, que somente em dezembro a redução ficou em 5,9%, onde foram registradas 64 mortes violentas, contra 68 casos em dezembro de 2022. Nas cidades do Interior Sul do Estado, a redução em 2023 ficou em 7,8%. Segundo o secretário da SSPDS, Samuel Elânio, os resultados se devem ao trabalho de aproximação das Forças de Segurança com a população, sobretudo em pontos mais vulneráveis da cidade. Em Fortaleza, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da PCCE é o responsável por investigar e elucidar os crimes.

CEARÁ

No Ceará, foram registrados 2.970 casos de crimes violentos letais e intencionais. Segundo a pesquisa, o indicador criminal apresentou empate, registrando o mesmo número de crimes de 2022. No Interior Norte, houve uma variação de 8,9% nos doze meses do ano passado, quando foram registrados 698 crimes violentos, já em 2022 o número era de 760. Já na Região Metropolitana de Fortaleza, houve acréscimo de 12,9%, com 878 CVLIs, em 2023, comparados com 778, em 2022.

Segundo Samuel Elânio, para as áreas onde houve acréscimo estão sendo adotadas estratégias tanto de inteligência, investigação e incremento do policiamento ostensivo. “Temos ampliado as ações em conjunto com secretarias como a de Proteção Social, Direitos Humanos, Esporte, Juventude, das Mulheres, entre outras. Realizamos nos últimos 15 dias, com a presença do governador Elmano de Freitas e da vice-governadora Jade Romero, duas reuniões com diversas pastas para implementarmos diretrizes com esse foco de prevenção e de ocupação e aproximação da polícia com a comunidade”, destacou o secretário.