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Brasil assume presidência do G20 e Fortaleza sediará cinco reuniões em 2024

Os representantes do G20 estarão reunidos no CEC entre junho e agosto de 2024. Foto: Reprodução/ Governo do Ceará

O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), usou as redes sociais para comemorar o fato de o Brasil assumir a presidência do G20, grupo que reúne os países mais ricos do mundo. Ele lembrou que a capital cearense sediará cinco reuniões do grupo, entre junho e agosto de 2024, o que será muito bom para a cidade, economicamente falando, conforme o gestor municipal.

“O Brasil assume hoje a presidência do G20 e Fortaleza foi escolhida para sediar cinco reuniões do grupo ao longo de 2024. Em junho, julho e agosto, receberemos, aqui na Capital, chefes de Estado e de Governo das principais economias do mundo, que irão discutir temas centrais para o Planeta. É um orgulho e também uma grande responsabilidade que nossa cidade seja sede para os debates do G20. Somos a maior capital do Nordeste, lideramos o PIB na nossa região, nos destacamos pelo potencial turístico e pelos esforços de capacitação e geração de emprego e renda. Queremos fortalecer ainda mais nosso potencial para desenvolvimento e inclusão, projetando Fortaleza como cidade global”, postou o Prefeito.

Em Fortaleza, os representantes dos governos do países do G20 se reunirão no Centro de Eventos do Ceará (CEC).

BRASIL NO G20

O Brasil assumiu nesta sexta-feira (1º) a presidência temporária do G20, grupo que reúne as 19 principais economias do mundo, a União Europeia e, a partir deste ano, também a União Africana. O mandato tem duração de um ano e se encerrará em 30 de novembro de 2024. Essa é a primeira vez que o País ocupa essa posição na história do grupo no formato atual. Ao longo do mandato, o Brasil organizará mais de 100 reuniões de grupos de trabalho, que serão realizadas tanto virtual quanto presencialmente, e cerca de 20 reuniões ministeriais, culminando com a Cúpula de Chefes de Governo e Estado que será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 19 de novembro de 2024.

O Brasil integra o grupo desde o início, quando o foco principal ainda era a chamada Trilha das Finanças, que reúne os ministros de finanças e presidentes de bancos centrais. A partir de 2008, quando uma nova crise financeira abalou o mundo, o grupo passou a ter o formato atual, congregando também chefes de Estado e de governo. “Vamos trabalhar de forma construtiva, com todos os países, para pavimentar o caminho entre esta COP 28 e a COP30, que sediaremos no coração da Amazônia”, afirmou Lula em discurso no evento de posse.