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Aviso prevê umidade relativa do ar entre 15% e 25% no Ceará; veja recomendações

Foto: Divulgação/Funceme

A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) emitiu, nesta segunda-feira (9), um novo aviso sobre baixa umidade do ar. Conforme o documento, até esta terça-feira (10), a Ibiapaba e a porção centro-sul do Estado poderão apresentar taxas entre 15 e 25%, o que representa valores entre alerta e atenção. De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), é recomendado à população que evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre às 11h e 15h, e deve-se beber muita água para a adequada hidratação corporal, principalmente idosos e crianças.

O aviso reforça a preocupação com o momento. De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), 18 municípios cearenses estão em “alerta alto” para o risco de queimadas para os próximos três meses (outubro, novembro e dezembro). A previsão leva em consideração atividades humanas, como a tendência de focos de calor, e condições naturais, como a probabilidade de chuvas serem abaixo da média.

O Cemaden define a probabilidade de risco de fogo em cinco divisões: “alerta alto”, “alerta”, “atenção, “observação” e “baixa probabilidade”, respectivamente. Na primeira classificação, aparecem os territórios de Boa Viagem, Catunda, Coreaú, Crato, Graça, Granja, Hidrolândia, Ipaporanga, Ipu, Iracema, Mauriti, Missão Velha, Monsenhor Tabosa, Quixeramobim, Salitre, Santana do Cariri e Tamboril. Todos eles somam uma área de 25.122,67². Outros 33 municípios do Ceará estão em “alerta”, totalizando 33.822,72km² de área. Por outro lado, não há nenhum em “baixa probabilidade”.

O estudo do Cemaden, que é liderado pela pesquisadora Liana Anderson, se baseia na tendência de focos de calor e focos de calor acumulados no período. Também considera a probabilidade de a temperatura ser maior do que a média, da precipitação ser menor do que a média e o início e duração da estação seca. Atualmente, as secretarias de meio ambiente de Goiás, Mato Grosso do Sul e Acre utilizam esse produto para o planejamento das ações de combate a queimadas e incêndios florestais.