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Novo Caged aponta que Fortaleza é a terceira capital com mais geração de emprego no Brasil

Foto: Divulgação/ Prefeitura de Fortaleza

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta segunda-feira (2), apontam que Fortaleza é a terceira capital do Brasil em geração de empregos formais (com carteira assinada), ficando atrás de São Paulo (23.777) e do Rio de Janeiro (9.539). Os números são referentes ao mês de agosto de 2023 e mostram que a cidade alcançou um saldo de 5.209 postos de trabalho, entre admissões (30.305) e demissões (25.096).

Do saldo global de empregos gerados no Ceará, de quase 11 mil postos de trabalhos com carteira assinada, Fortaleza foi o município que mais gerou empregos e respondeu por 47,6% das vagas. “Isso é resultado da criatividade e capacidade empreendedora da nossa gente, mas também demonstra nossos esforços para capacitar, incentivar a criação de novas empresas, oferecer incentivos fiscais e contribuir com um bom ambiente de negócios na nossa cidade”, destaca o prefeito José Sarto.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Nogueira, apostar no pequeno empreendedor, em qualificação profissional e crédito orientado vem dando muito certo. “Por isso, Fortaleza é o maior PIB do Nordeste”, pontua.

Ainda de acordo com o Novo Caged, Fortaleza segue no 1º lugar em estoque de vagas (682.904) e no saldo de empregos gerados nas regiões Norte e Nordeste. Salvador (3.724) ficou em segundo e Manaus (3.702) em terceiro. O estado do Ceará, no saldo de empregos, ficou em 7º lugar dentre os estados do Brasil, e 3º no Nordeste.

CEARÁ

Pelo sétimo mês seguido, o Ceará foi o Estado que mais registrou empregos com carteira assinada, chegando a quase 11 mil novas ocupações. Conforme os dados divulgados pelo Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, nesta segunda-feira (2), entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados mais de 1,2 milhão de empregos formais. Em 2023, o Ceará acumula 37.966 postos de trabalho gerados, especialmente no setor de serviços, que desponta com a criação de 23.856 empregos. Também registram resultados expressivos os setores da construção civil, acima de 7 mil postos de trabalho, e do comércio, com mais de 4,6 mil.