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Com 3,4 mil novos empregos, Ceará registra saldo positivo pelo quarto mês consecutivo

Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quinta-feira, 29, apontam que o Ceará foi responsável pela criação de 3.435 novas vagas, sendo o segundo maior resultado do Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia (9.428). Mantendo a tendência de crescimento, o Estado registrou, pelo quarto mês consecutivo, um saldo positivo na geração de postos de trabalho, chegando a 1.255.255.

Além da capital, Fortaleza (2.332), outros municípios em destaque foram Quixeramobim (283), Caucaia (250), Abaiara (189), Aquiraz (177) e São Gonçalo do Amarante (164). Os números são do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quinta-feira, 29.

O desempenho estadual é fruto do resultado da diferença entre o número de contratações formais (46.216) e o de demissões (42.781). Quanto ao salário médio de admissão, o Ceará se posiciona como o maior do Nordeste, com uma média de R$ 1.805,06. Em seguida, vêm a Bahia (R$ 1.782,64) e o Maranhão (R$ 1.774,81). O resultado também se encontra acima da média regional, que foi de R$ 1.732,39.

O secretário do Trabalho, Vladyson Viana, celebra os novos dados. “Comemoramos os resultados alcançados, ultrapassando a marca de 14 mil novos postos de trabalho para os cearenses ao longo do ano. Isso evidencia que o estado mantém sua economia forte, com investimentos tanto públicos quanto privados, permitindo um crescimento gradual do emprego, especialmente entre os jovens de 18 a 24 anos, que obtiveram a maioria das ocupações neste mês”, aponta.

SETORES

Entre os setores que obtiveram bons números, o de serviços foi o responsável pelo maior número de contratações, 2.060, seguido da construção civil, com 1.351 novos empregos. Em menor escala, apresentaram saldos positivos os setores agropecuário (199) e o comércio (69). Segundo Raimundo Ângelo, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), “é importante destacar a significativa participação do setor da construção civil neste período, como o segundo maior empregador, assim como a presença das pessoas com ensino médio completo, que representaram a maioria das contratações no período”.