Nesta segunda-feira, 20, se inicia, em Fortaleza, a 3ª fase da vacinação bivalente contra a covid-19. Nesta etapa, serão contempladas gestantes e puérperas residentes da Capital. Em balanço realizado pela Prefeitura, foram 55.321 doses aplicadas nas duas primeiras etapas, entre os dias 27 de fevereiro e 16 de março.
Os públicos das duas primeiras fases (população imunossuprimida e idosos a partir de 60 anos de idade) que ainda não receberam a bivalente ainda podem buscar os postos de saúde para garantir sua vacinação. Já as pessoas restritas ao leito, que sejam do perfil das três primeiras fases, estão recebendo a vacinação em casa. Os fortalezenses acima de 12 anos que vivem em instituições de longa permanência e os trabalhadores destes locais também estão recebendo diretamente nos estabelecimentos.
VACINA BIVALENTE
A vacina bivalente, além de proteger contra o vírus original da covid-19, também garante a proteção contra a variante Ômicron. O imunobiológico é produzido pela marca Pfizer. Além da bivalente, as vacinas monovalentes, aplicadas até o momento, seguem sendo ofertadas nas unidades de saúde para o público geral. Fortaleza recebeu do Ministério da Saúde (MS) 179.184 doses da bivalente, que estão sendo aplicadas nos grupos prioritários.
Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota na qual atesta que as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela empresa Pfizer, estão dentro do prazo de validade e, portanto, podem ser utilizadas com segurança. No documento, a Anvisa destaca que os imunizantes podem ser utilizados dentro do prazo de 18 meses, a partir da data de fabricação dos produtos.
“Anteriormente aprovadas para uso em até 12 meses, essas vacinas passaram por um rigoroso processo de avaliação técnica da agência de estudos de estabilidade, antes da aprovação da ampliação do prazo de validade”, diz a nota.
A dose bivalente começou a ser aplicada no Ceará no último dia 27 de fevereiro. Em entrevista ao OPINIÃO CE, na ocasião, o secretário executivo de Vigilância em Saúde, Antônio Lima Neto, destacou a importância da imunização com a bivalente, que protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes da ômicron. “Por essa razão, é importante reforçar a necessidade da vacinação”, disse.
