Enquanto o mundo inteiro aguardava ansioso pela vacina que combateria o covid e a pandemia, diminuindo os efeitos drásticos de isolamento, as consequências econômicas, os casos fatais, de tantos e tantos mortos por causa do vírus, o Brasil parecia se colocar na contramão. Felizmente, governadores responsáveis agiram e não deixaram o povo perecer, entregue à própria sorte ou azar. A CPI da pandemia entrou para a história e apontou os problemas e os responsáveis pelo caos instalado. Seu legado será honrado?
Civilização de volta
Zé Gotinha, Lula e Alckmin no mesmo plano do vídeo: o presidente recebe a quinta dose (do tipo bivalente) da vacina contra a covid, aplicada pelo vice-presidente. Cada dia mais fica provado que o embate era realmente de civilização versus barbárie.
Não é moda
Muito antes da vacinação se tornar arma política-ideológica, ou mesmo uma moda de política, em 2008, Lula recebeu a vacina contra H1N1 das mãos do então concorrente José Serra.
Para que não se esqueça
Pouco tempo atrás seria difícil imaginar uma cena assim. O ex-presidente insistiu em dizer que não tomou a vacina, embora a CGU tenha afirmado haver registro de vacinação.
A nova revolta da vacina
Se em 1904, a população da então capital federal, Rio de Janeiro, revoltou-se contra a lei que obrigava a vacinação contra a varíola, em tempos atuais de pandemia, ou de pós-pandemia, fica difícil entender o que motiva o negacionismo de tantos.
Negando tudo
A turba de simpatizantes e adeptos de não tomar vacina, costumar negar não só a ciência, a vacina. Negam as instituições republicanas constituídas. Negam a autenticidade do voto eletrônico. Negam a fome no país. Quiseram negar o resultado das eleições, negar a democracia. Não conseguiram. Negam a realidade.
